Confissões [15]

Razão… A razão me chama, minha amiga… Pede pra te dizer adeus! Não dá mais pra viver à custa de sentimentos. Tá na hora de acordar pra realidade no raiar do sol, de encontrar caminhos certeiros… Não mais o calor córdio, não mais o ímpeto emocional. Resultados! Resultados! É tudo que me pedem, e é tudo que preciso oferecer.

Eu sei disso porque, amiga, você seguiu o mesmo princípio: vai formar tua vida profissionalmente, vai fazer algo de útil e não vai se deixar enlevar por essas coisas desse demiurgo de marca maior…

Não mais durante a luz do sol me permitirei distrair-me com floreios, enfeites e adornos desnecessários. O tempo da poesia à luz do dia acabou. Agora é hora de trabalhar…

Pelo menos, amiga, me dê um sorriso no início de noite. Porque somente nessa hora plácida, eu resgatarei todos esses projetos da alma adormecidos.


Ouvindo... Elvis Costello and The Attractions: Uncomplicated

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Videocast da temporada (em substituição ao anterior)

Computador Película Finalmente consegui produzir O #Fiasco, cena 6.

Em mais um videocast discursivamente despreparado:

  1. Smiley mostrando a língua Onde fui parar após as Letras (a continuação do curso, diga-se de outro modo);
  2. Smiley de boca aberta A melhor gramática que estou lendo na minha vida (Procure pela internet por “Nova gramática do português brasileiro, de Castilho. Se você tiver paciência para um denso trabalho acadêmico, texto, quadros e tabelas, achou a tua gramática).
  3. Smiley sarcástico O projeto dum grande colega de clube de leitura: vinga ou não vinga?;
  4. Smiley indeciso Quem serão nossos novos bixos e bixetes?;
  5. Smiley contando um segredo O confessionário com amigas (a.k.a. segredos não reveláveis);
  6. Smiley nerd Projetos a conduzir e pendentes para as próximas férias;

E como não pode deixar de ser, o link para o vídeo:

http://static.livestream.com/grid/LSPlayer.swf?hash=3op2u


Ouvindo... Bad Company: Can’t Get Enough

Tudo diferente!

Um Balanço Parcial Destes Tempos de Férias

Smiley festeiroSmiley sexy De alma lavada, com o tempo devidamente ocupado, revelo a vocês qual o sete que pinto durante esse período de recesso.


Desde as duas últimas férias, estabeleci como meta ser em alguma coisa produtivo para proveito próprio. Talvez muitos não vejam toda essa produtividade. Isto é porque são diversos projetos pessoais sendo levantados, alguns ainda a iniciar; mas outros mais evidentes, vocês estão acompanhando por todos os lados em tudo o que faço.

Como, também, ninguém é de ferro nesta jornada odisseica, decidi fazer de uma data que não tenho por muito apreço passar em casa – a virada do ano – em algo muito diferente: em uma praia. Claro! Histórias tenho para contar de acerca de poucos vinte minutos vislumbrando os estouros na orla da praia, mas como todo escritor deve por fazer de seus acontecimentos, causos incríveis (sem serem fantasiosos), aguardemos uma oportunidade de ouro para elucidar tais fatos [mesmo porque não hei de revelar todos os reais personagens envolvidos na ocasião].

Com um começo diferente, decidi, já desde os primeiros dias de férias, ser prestativo. Desde as férias de inverno passadas, já fazia auxílio a estrangeiros para aprendizado em português – e continuo fazendo, com uma relativa frequência, a ponto de o site catalogar-me recentemente como um dos 500 mais produtivos instrutores na língua [claro, quero chegar ao posto dos duzentos no fim das férias, e ainda poder fazer disso um rendimento. Bastam as orientações de um colega para uma carta de apresentação]. Saibam mais, procurando por mim em Computador http://www.livemocha.com .

Os projetos literários, garantidamente, estão presentes nessas férias também. Eles estão visíveis em meus outros dois blógues [acesse aí na esquerda, gente!] e dispensam comentários.

Ah… Mas também não vivo só do presente… Estou relembrando um pouco da minha tardia infância, jogando um pouco de Pokémon durante as semanas últimas.

Leituras? Sempre que possível. Já li ao menos uma vez um livro dum sugerido clube de leitura. Na real… Perdi a conta de quantas leituras já realizei nesse meio tempo. Ainda tenho a melhor gramática de minha vida em mãos, auxiliando naquele primeiro projeto colaborativo que descrevi acima.

E ainda conto a vocês que “” não saiu em livro por duas razões: uma, que não tenho todos os contos adicionais feitos; a segunda, que mandei o texto para o editor de textos fazer uma bela hipercorreção – e deixar tudo uma porcaria – sem salvar alguma cópia, e agora tenho que analisar minuciosamente para evitar um livro pedante, ao menos onde deveria ser espontâneo, que é nos diálogos das personagens.

Bom… Denunciado o meu programa de férias, espero que vocês curtam tudo que há de vir nos próximos tempos, dentro dos meus trabalhos. Bons fluidos a todos!


Ouvindo... Black Sabbath: Black Sabbath