Saúdo-te, graça evocada

Saúdo-te com todo o vigor a letra transcorrendo em duas palavras, a vontade esperneando em borboletar o ímpeto fenícico que das cinzas ressurge. As canções fazem sentido, transparência nas tuas orbes, Máquina do Mundo aprazível que belo engenho! Muito me admira teu criador, quem quer que seja ter te conduzido à vida e dela teContinuar lendo “Saúdo-te, graça evocada”

Confissões [16]

Eis que me encontro à deriva, inestimada amiga, pois que está tão perto, e ao mesmo tempo, tão distante. Falta incentivo, falta ação, falta muita coisa… E agora? Me vejo no meio de tantas palavras e agora me vejo prisioneiro delas… Descobri que tudo o que antes fiz, antes construí por elas, nada mais foiContinuar lendo “Confissões [16]”

Confissões [13]

I … Amiga… quase irmã… Já adianto que sentirei saudades de você… Percebo há quanto tempo o mal que unicamente foi feito de nosso convívio… A saudade será tamanha, e já sentirei estas saudades. Esse processo de irmandade… Foi tão inevitável… Tua voz de veludo, tão melíflua – aprendi essa palavra na prática – foiContinuar lendo “Confissões [13]”

Hodologia

(Como se fosse possível fazer isso…) A infância, essa modesta temperança, cheia dos intuitos pessoais, salvaguardas maternais e a rejeição ao leite O mel e as borbulhas de amor, o sacrifício soando com muito frescor, Antenas e pensamentos alfas, pregadores formas claras, os carrinhos se alinhando em massa Traços, sempre fugidios, cores fortes, aberrantes, disformes,Continuar lendo “Hodologia”