Remake-ing

Vórtice: doxoduto ad infinitum Triunvirato cosmicum babilônico desvario Se manifesta védico compêndio upanishad ulterior Deslocamento espaço-temporal conceito profuso, fato inerte Esvoaça! Esvoaça!!! apocalíptico o desvelo terrível e a redenção no ajoelhar diante da imagem curvilínea áurea virtude nevisse presente Qual diva circuncisa qual musa conspurcada qual vate incrédulo qual desafio prospecto qual uno proveito qualContinuar lendo “Remake-ing”

Hiperatividade

Tarde da noite, e eu aqui acordado, imaginando diálogos mentais carregados de verossimilhança. Trazendo fantasmas pro sono anestesiando não mais o repouso calibrado em pílulas behavioristas. Talvez o gengibre deu uma sacudidela ou a canela em excesso, eu não sei, convém, agora, pôr-me a me dissipar. Há diferentes latências entre mim e outros humanos umaContinuar lendo “Hiperatividade”

A Revolução dos Bichos

Erros do mundo: como repará-los? Porventura pensou para quem isso perguntas? A mim? Artífice majestoso, da triunfante lábia mágica, o evento, antes ordinário agora novas feições adquire; não mais o tempo admite os ratos de porões acuados, os sapos brejeiros às cegas com msoquitos e as raposas soturnas covardes… Os tempos são outros; fui passado,Continuar lendo “A Revolução dos Bichos”

Humanidade: 11.9 Richter

O conto começou com uma mera coincidência com alguns dos fatos, mas foi elaborado posteriormente em algum ponto após os ocorridos recentes. Num determinado dia, a casa de José, humilde morador do bairro dos Rodrigues, foi aterrada por um berro uníssono familiar: anunciava no Bom Dia Brasil a suspensão definitiva do Bolsa Família, sob decisãoContinuar lendo “Humanidade: 11.9 Richter”

À José J. K.

Caro Especialista: para ti tenho um servicinho… Vide esta moça (mostro a foto), Não! Não é execução: trabalho um cadinho diferenciado Porta de entrada, caríssimo pórtico para a paranoia social existente na farmaconspiração. Eis! Madeixas alvas, feito tua Kirsten – hey! Não me aponte essa tua Glock aí – missão: faça-se convalescente feito um desvarioContinuar lendo “À José J. K.”

Crepúsculo a la Lilith

Adeus, dia… seguirei meu caminho no turno da noite Eis, bela, ó notívaga vontade primordial do envelo tua urbanoide paixão só noturna pode vir a ser Lilith, Lilith teu som jamais será o amanhecer eis que o Deus Hélio deve deixar o caminho das orbes para que tu, babilônica, se defina nos vaga-luzes de sódioContinuar lendo “Crepúsculo a la Lilith”