Confissões [16]

Eis que me encontro à deriva, inestimada amiga, pois que está tão perto, e ao mesmo tempo, tão distante. Falta incentivo, falta ação, falta muita coisa… E agora? Me vejo no meio de tantas palavras e agora me vejo prisioneiro delas… Descobri que tudo o que antes fiz, antes construí por elas, nada mais foiContinuar lendo “Confissões [16]”

Confissões [6]

Enfim, minha amiga, sinto sua falta… A negação da existência primordial, descendente da Noite Caótica, me cerca de uma tal maneira tão perturbadora, que jamais antes fez. Ela tomou, persuasiva, todos aqueles que à minha íntima volta convivem, prenunciando o fim dos tempos. Eu sei que sou forte, mas não sou uma muralha indestrutível. SeContinuar lendo “Confissões [6]”