O autor

Bota-fora (temporário) em razão da Esther (SP, 03 de agosto de 2012)Terra-Preta Piemontense,
a gênese escritoreira,
pois na primeira, o amadurecimento bucólico e o caráter de leve protesto,
da insatisfação como primeiro nome da rotina sempre repetida.
Transposta na presença latente duma cidade do interior, cujo
encontrar-se nos mapas, traduza em indígena língua.

Piemontense, a segunda, dada como sobrenome,
alude à Catenária, a córdia infância e a criação do gênio
da gênese escritoreira, qual romance
inspirado escrito em Osasquenses terras,
pois de Itália nesse Piemonte tomam o nome
e partem para outros destinos.
Sobrenome, pois seio familiar
pretenso retornar o possuído sempre se persevera
na ânsia de carregar a maturidade escritoreira,
na sempre fiel paulista terra de contrastes.

Terra-Preta Piemontense, 27.02.2013, “Hodologia do Nome”

Potingatu, ou Terra Preta Piemontense, nascido Douglas, sendo o sobrenome não mais relevante pr’esses autos (1987-), tampouco saber que nasceu n’algum lugar do Sudeste brasileiro*, viveu grande parte de sua vida na Região Oeste da Região Metropolitana. Filho de pai ferroviário e mãe dona de lar, tem como premissa, agora única e simplesmente, sensatez. Estudante da rede pública, teve bons índices de nota, mas ajuíza que isso não é o mais importante no percurso escolar, e sim, outros aprendizados que o convívio escolar lhe forneceu (até mesmo os constrangedores). Passou pelas escolas Heloísa Assumpção, Oggiomar Ruggeri (Osasco), Nidelse Martins de Almeida e Novo Horizonte II (Carapicuíba), Tarsila do Amaral e José Maria Rodrigues Leite – Campesina (Osasco), sendo estas duas últimas as que permaneceu maior tempo, no ensino fundamental e médio, respectivamente.

Entusiasta por tecnologias, entrou em contato com a informática em 1998, e desde então, realizou vários cursos básicos na área, todos em Osasco. O primeiro exercício em blogs foi, pelo serviço do MSN Spaces, intitulado ‘Núncia de Blogs, para o qual escritas menos idiossincráticas coligiu para o Brejo do Sapinho, o que justifica o trabalho de arte empenhado na ilustração deste blog.

Dentre várias experiências de aquisição de habilidades, uma das suas mais significativas desempenhou, posteriormente, atividades de teatro na Escola de Artes de Osasco Cesar Antonio Salvi em 2007, onde apresentou ao fim do ano uma releitura moderna da comédia grega Lisístrata de Aristófanes. Um ano antes, empreendeu esforços para ocupar o tempo ocioso com o Brejo do Sapinho, hospedado desde junho de 2006 pelo serviço Live Spaces. Neste blog, descobriu seu real potencial com a escrita, principalmente após a composição de seu primeiro escrito literário, “O Possante Suco de Tangerina”, onde trata da história de um jovem envolvido com a área da Publicidade que por descuido desconstruiu sua vida estável e foi dado como portador de distúrbio – uma releitura romântica e ficcional do ocorrido com o escritor em 2005 e após.

Poeta assumido (mas nem sempre ativo neste ofício) desde 2002, participou singelamente dum concurso de poesias da cidade de Osasco, sem procurar ao certo o resultado. No período de atividade no teatro osasquense, e conjuntamente com o “…Suco…”, ampliou a produção escrita-literária, passando a presenciar o circuito teatral de Osasco e de cidades circunvizinhas.

Em 2008, por necessidades familiares, passa a viver junto com pai e mãe no interior paulista, onde ainda nesse ano participa de um grupo local de teatro, na releitura do clássico Romeu e Julieta de William Shakespeare. Ano seguinte, após uma tentativa não-realizada de ingressar no curso de Letras numa faculdade local, passa a integrar o quadro de funcionários da Secretaria de Educação municipal, como Escriturário em escola de nível básico na zona rural da cidade. Neste período, presta concurso para trabalhar no Centro Paula Souza de São Roque, onde efetivamente assume cargo em Fevereiro de 2010, saindo algumas semanas após, devido à sua aprovação para ingresso do curso de Letras, pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH – USP).

Na Universidade dedica-se aos estudos de Linguística e de Língua Portuguesa, empreendendo estudos na área de Análise de Discurso e Redes Sociais da internet. Na carreira escritora, participa de concursos, tendo obtido o terceiro lugar no FENAPO 2011 com material poético neste blog. Possui também o projeto paralelo USPìaneia, recentemente integrado a esse blog; além de romances inconclusos e engavetados, excertos de crônicas e contos, sobretudo alguns de maior teor, engavetados ao grande público.

“Todo sonho pode tornar-se realidade: só não se torna porque não é conveniente.”

* Outrora me era quase que uma ostentação mencionar tais dados, mas experiências recentes com a vida me fizeram repensar que há coisas mais substantivas que coligir minha história com uma família (à exceção de pai e mãe) que não mais me representa, ou com um ponto geográfico onde tenha vindo a nascer, mas que já não soa mais charmoso, e sim, um crematório de alegrias e virtudes, em face dum ranço inexplicável.

Nossa! Grato, viu?

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