Bons discursos: um investimento em declínio

Todo o discurso deve ser construído como uma criatura viva, dotado por assim dizer do seu próprio corpo; não lhe podem faltar nem pés nem cabeça; tem de dispor de um meio e de extremidades compostas de modo tal que sejam compatíveis uns com os outros e com a obra como um todo. Sócrates, extraídoContinuar lendo “Bons discursos: um investimento em declínio”

Reflexões do Nosso Cotidiano

Amizade: um artigo de nobre luxo? Ou um pobre pretexto para barganhas? Viver de acordo com as diretrizes da sociedade exige que você disponha de certas concessões em sua vida para obter algumas regalias. Diga-se disso nossos jovens que deixam os visuais pouco ortodoxos de liberdade que calças rasgadas e cabelos ouriçados ou tingidos, camisasContinuar lendo “Reflexões do Nosso Cotidiano”

Reflexões Acerca do Nosso Lado Crítico

A Existência do Representativo Em Nossos Sangues Latinos Por que se entregar aos luxos anglo-saxões dos acordes musicais rifados, se o calor imenso das latinas cada dia a mais invade nossas veias? Seria este o fim dos conceitos neste ser, acerca dos representativos de liberdade, em função de nossa individualidade? Ainda digo que não, masContinuar lendo “Reflexões Acerca do Nosso Lado Crítico”

A Função Analítica do Teatro

O Teatro Como Instrumento De Modificação Social [Sugestão de Suzane Gonçalez] Interpretar? Seria apenas uma questão em que nos colocamos à situação de quem não somos e falamos textos que não necessariamente refletem nossa opinião? Eu, em minha personalidade puramente artística [vedo que isto não é uma dissertação] contesto com a questão da superficialidade noContinuar lendo “A Função Analítica do Teatro”

O Vigésimo Sétimo Fonema: Nove

Filosofando [como sempre, todo dia, às manhãs e na hora do almoço] sobre as discrepâncias da saúde mental "Dias desses numa conversa com minha querida amiga Bárbara Svenska contei para ela minha real situação, denominada clinicamente de Chuqueberrismo Pródigo Velvético Revolvírico. É um pequeno distúrbio que ocorre quando se ouve mais de quinhentas horas deContinuar lendo “O Vigésimo Sétimo Fonema: Nove”