Terra Animaldita #001

Ovelha Negra Cachorro Gato Flane Phoenix é um fotógrafo e jornalista que foi enviado para fazer uma reportagem em Sumidouro, um lugarzinho nos cafundós do mundo…

     

Smiley indeciso Mal ele sabe que entrará de cabeça na história de sua vidaSmiley sarcástico


Aguardem pela publicação seriada em lotes de seis quadrinhos – sem periodicidade específica – para saberem no que essa história vai dar.

[espero mantê-la, principalmente nos momentos mais ocupados também].


Ouvindo... Steve Vai: Brother

Videocast da temporada (em substituição ao anterior)

Computador Película Finalmente consegui produzir O #Fiasco, cena 6.

Em mais um videocast discursivamente despreparado:

  1. Smiley mostrando a língua Onde fui parar após as Letras (a continuação do curso, diga-se de outro modo);
  2. Smiley de boca aberta A melhor gramática que estou lendo na minha vida (Procure pela internet por “Nova gramática do português brasileiro, de Castilho. Se você tiver paciência para um denso trabalho acadêmico, texto, quadros e tabelas, achou a tua gramática).
  3. Smiley sarcástico O projeto dum grande colega de clube de leitura: vinga ou não vinga?;
  4. Smiley indeciso Quem serão nossos novos bixos e bixetes?;
  5. Smiley contando um segredo O confessionário com amigas (a.k.a. segredos não reveláveis);
  6. Smiley nerd Projetos a conduzir e pendentes para as próximas férias;

E como não pode deixar de ser, o link para o vídeo:

http://static.livestream.com/grid/LSPlayer.swf?hash=3op2u


Ouvindo... Bad Company: Can’t Get Enough

Falando sobre A Trágica História de Romeu e Julieta – Prévia

E Outras Coisinhas


Minha nova empreitada no meio teatral está próxima de acontecer.

Em breve, na cidade de Ibiúna, uma adaptação de Romeu e Julieta (William Shakespeare) pela Cia. Una D’Art.

Equipe

Coordenação, direção e orientação: Joaz Campos, Ronaldo Dias e Rogério Santos.

Com: Rita Gutt, Julian Santos e grande elenco.


Citação

A Trágica História de Romeu e Julieta – Prévia

A Trágica História de Romeu e Julieta - Prévia
Promovido por: Cia. Una D’ Art
Data e hora: segunda-feira, 17 de novembro de 2008 às 20:00
Nome do local: Estância Turística de Ibiúna
  Exibir este evento no Windows Live

Estamos na fase de captação de recursos e de pré-estréia. Assim que a estréia definitiva for marcada, postarei imediatamente sobre ela, bem como material de divulgação. Aqui e no evento logo acima.


Lembrei que televisão existe!!!

Outro dia, meu pai – muchas gracias a ele – conseguiu sintonizar a MTV na inversão vertical-horizontal da antena da banda C – sobre o canal xumegas do R. R. Soares!!! – que usamos. E a programação voltou a ficar bacana.

[Até mesmo o grande culto ao emismo diminuiu. Sorte! Mas ainda acho a emissora muito criança pra mim. Vide meu gosto musical…]

É uma pena eu não estar mais na Cidade da Catenária – Osasco – para ver a peruinha do emezão de perto.

A faixa de clipes de manhã é muito massa. Ainda mais pra quem, em breve, vai passar por abstinência de serviço de conexão – o que não caracteriza doença.

Quem não gostou disso tudo foi minha mãe, que deixou de assistir novela global reprisada… E que ganho se tem nisso?


Ouvindo... Jethro Tull: A Passion Play (I)

Filmoteca

Necessita-se de Fontes Urgentemente


Filme, s. m. Rolo de película de celulóide ou nitrocelulose, convenientemente preparado para receber imagens fotográficas; (p. ext.) seqüência de cenas cinematografadas; película; fita. (do ingl. film)


filmstar De todas as manifestações culturais que não se exige práticas para apreciar, ver filmes, seja em cinema ou em casa, é uma das que pouco tenho praticado até os dias atuais.

Talvez um dos primeiros filmes que me dei conta em ter assistido foi uma animação da Disney, especificamente A Pequena Sereia. Se assisti a algum filme antes, foi em televisão, em época em que acreditava que filme era apenas mais um programa televisivo. Coisas de infante.

A seguir, veio A Bela E A Fera, também descompromissado. Mas uma expressiva apreciação cinematográfica – em cinema de verdade – não foi em qualquer filme mixuruca. O filme, ai vai: O Rei Leão. Só para quem pode, faz uma estréia assim.

Mas talvez essa questão de filmes tenha a seguinte explicação. Primeira: demorou para obtermos aparelho de videocassete [sim, acreditem! Fui desse tempo analógico-magnético]. Segundo: por muito tempo, resisti a outros gêneros que não à animação 2D ou 3D. Quando me libertei desse estigma, só fazia a aquisição de filmes de comédia baratos. Dificilmente aproveitei uma boa oportunidade de entreter-me com algum gênero mais produtivo culturalmente – o que não quer dizer que eu deveria assistir aos chamados blockbusters -, aprendendo a fazer assim somente ao período em que iniciei faculdade.

Mesmo assim, não tenho uma base suficientemente grande de filmes para avaliar. Até porque, o melhor é ver o filme ao original, sem ser dublado, para captar a mensagem com toda a sua amplitude. O melhor que eu possa fazer é indicar coisas que andaram citando a mim, que vale a pena dar uma conferidinha. Eis elas:

  • Singles (Vida de Solteiro): eu tive e vi muito. Comédia romântica situada em Seattle em anos 90. Mas agora que quero fazer uma resenha, a fita desintegra. Alguém aí tem um DVD?
  • Philadelphia: tentei ver, mas a fita estava embolorada.
  • Meu nome é Rádio: recomendam.
  • Pappillon: recomendam. Se um sujeito chamado Elvis de Oliveira diz que o filme é fodástico…
  • O Exército de Brancaleone: provei amostras. E o Gerard Depardieu com aquele narigão…

Espero poder fazer boas resenhas destes e outros trabalhos undergrounds em breve.

Nos próximos dias, mais uma ocasião do A Vigésima Sétima Letra.


Ouvindo... Spice Girls: If You Can’t Dance

Observando a Blogosfera

As Referências On-Line

computerstar Leia um histórico sobre as inspirações na internet.


Blogosfera. s. f. Termo coletivo que compreende todos os weblogs (blógues) como uma comunidade ou rede social. [fonte: Wikipedia]


Com certeza, ler blógues para quem quer fazer blógues é via de regra. Fato.

Seguir uma linha de abordagem para atrair determinado público que deseje, seja por amor à escrita ou pelo irrisório desejo de alçar popularidade, é fundamental. Saber dosar o que vai escrever também conta.

Como, infelizmente, vivemos em um país que, seja pela rotina da necessidade do instantâneo, seja pela falta de vontade de dedicar alguns minutos a mais para a leitura de quaisquer coisas escritas na internet, a demanda por blógues com conteúdo é algo a ser requisitado. Mas, como diz alguém por aí: "As pessoas acham o que querem, o quanto querem e o que merecem querer." Então, o comentário fica à reserva.

A seguir, um momento Internas: pensava neste local meu reduto exclusivo para expressão, mas a falta de uniformidade fez-me repensar em um novo projeto, algo mais completo em si. Daí o 35º Fonema. Por uma questão técnico-sistemática, não será possível o renomeio do domínio do BS, para que o blógue pudesse ser conduzido mais a sério (quem levará em consideração um blog carregando esse nome, escrito por uma pessoa séria?).

Mas voltando ao tema em voga. Muitas mudanças evidentes na minúscula blogosfera que entro em contato. Blógues em alta viram sua decadência, outros foram por desconhecimento da represália à má conduta (seria melhor se a internet fosse vedada às crianças em quase toda a sua totalidade). No fim, o que encontrei de relevante desde aquele célebre dia em que escrevi o artigo sobre os blógues que leio, muito mudou.

Alguns, de amigos. Outros, por discreta ressonâsncia nos meios de mídia. A maioria, por curiosidade. Vamos a eles:

  • starstarstarstar Tocando as Rodas: por imprensa. É difícil encontrar um blógue positivo, sem ser ilusório. Tábata Contri sabe fazer isso, e muito bem, mesmo. Como? Contando sua realidade de uma pessoa bem atarefada, em eventos, grupo de teatro e atividades afins. Por que evidenciada? Por ser cadeirante. Mas esse é só um minúsculo detalhe. Afinal, com exceção de alguns hábitos que mudam e alguns obstáculos espaciais que certos lugares oferecem, a vida deles é tão conturbada quanto a nossa.
  • starstarstarstar Taxitramas: por imprensa. Os blógues gaúchos costumam ter conteúdo, mesmo que mais etéreo. Esse não é diferente. A criatividade de um taxista em drenar o melhor potencial de histórias do cotidiano faz com que ser taxista torne-se algo muito interessante. Mas antes de fazer escola de narrador nômade. Vale consultar as regras de conduta do veterano: discrição! O dono, colunista de um expressivo jornal local, tem até livros, frutos dos muitos contos ali evidenciados.
  • starstarstarstar Pink Freud: por curiosidade. Aqui já brinquei de paciente… Quer melhor referência para ser ilógico sem ser desorganizado? Beba dessa fonte… E participe dela também para, quem sabe, ser iluminado pelos habitantes extraterrenos de Capial do Brucutú.
  • starstarstarstar Mil Chopps: por curiosidade. Descendente direto do criativo porém finado Suburbia Tales. Surgiu com a cabulosa iniciativa de alguns amigos conseguirem tomar a quantidade estipulada antes que o Romário, hoje aposentado, fizesse seu milésimo gol, salvo que o gol demorava para sair. Mas houve um desfalque na peregrinação etílica (embora esta gerou uma correspondente internacional pelos bares da Europa) e o blógue está um pouco lento em atualizações.
  • starstarstarstar Projetos Adulterados: indicação do autor. O senhor L. V., um companheiro de teatro bastante crítico e bem posicionado em suas opiniões, demonstra total qualidade em falar assuntos inerentes ao seu cotidiano, bem como criticar, assim como andei fazendo há pouco, a audiência apelativa de blógues sem conteúdo.

Estes são os que mais visualizei nos últimos tempos. Outros não citados, são por não terem tido artigos expressivos há muito tempo ou terem sucumbido. (Afinal, internet não faz milagres).

No próximo artigo, assunto inédito: filmes.


Ouvindo... Led Zeppelin: All My Love

A Batida dos Pingüins de Pés Felizes [Notas Pessoais]


"Existem hábitos deconhecidos entre as comunidades pingüinescas da antártida. Quando estão com a necessidade de comer peixe, sapateam num ritual de hipnotização para fazer outras criaturas pararem de caçar seus peixes, pois elas ficam amedrontadas com os grandes pingentes de gelo que caem na costa…

Para saber mais, assistam ‘Happy Feet: O Pingüim’

O Brejo do Sapinho é em favor da campanha da universidade local, a UNIFIEO, em sua empreitada aos sapos passíveis de serem engolidos pelos egressos do Ensino Médio. Esses sapos podem causar desacostume de estudos, retardo nas respostas cognitivas-dileracionais e disritmia profissional aguda. Por sorte, os institutos médicos especializados comprovam que esses são distúrbios passíveis de cura, sem deixarem seqüelas. Bastam 1mg/dl de dedicativus estudantis duas vezes ao dia. O remédio é caseiro, e é preparado com as receitas registradas em onze anos de vida escolar [excetuando-se os experimentos com ácidos e bases].

Férias para os adentrados na vida universitária já são iminentes, e este camarada que vos escreve sentirá muita saudade da biblioteca e das leituras sobre Kant…"


 Faith No More: War Pigs