Bons discursos: um investimento em declínio

Todo o discurso deve ser construído como uma criatura viva, dotado por assim dizer do seu próprio corpo; não lhe podem faltar nem pés nem cabeça; tem de dispor de um meio e de extremidades compostas de modo tal que sejam compatíveis uns com os outros e com a obra como um todo. Sócrates, extraídoContinuar lendo “Bons discursos: um investimento em declínio”

Ave, pantaneira

Saúdo-te Inajar, Caapora irmã: terra que me cedeu essa linda correspondência Beldade cor de canela dizia o Amado… mas não é Gabriela, seu Jorginho! É um lindo sorriso! Muito especial muito amor muita cumplicidade irmãos-amigos-rivais-apaixonados? Quem sabe? Só o tempo sabe a distância é muito extensa você no córdio verde, terra de Tuiuius e euContinuar lendo “Ave, pantaneira”

Crepúsculo a la Lilith

Adeus, dia… seguirei meu caminho no turno da noite Eis, bela, ó notívaga vontade primordial do envelo tua urbanoide paixão só noturna pode vir a ser Lilith, Lilith teu som jamais será o amanhecer eis que o Deus Hélio deve deixar o caminho das orbes para que tu, babilônica, se defina nos vaga-luzes de sódioContinuar lendo “Crepúsculo a la Lilith”