Confissões [5]

Mas o que te conto, colossal amiga, é o quanto de saudade prezo por sentir de ti. De conduzir meus passos perto de ti, sobre ti, dentro de ti… De te conhecer todo dia melhor, maior e mais dinâmica; respirar o ar que você respira, de conhecer os lugares que você conhece tão bem, poisContinuar lendo “Confissões [5]”

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Vernáculo

Vernáculo, soa forte essa palavra impávida como o ventre que te gera Vernáculo, turbilhão de tradição, palavra que é nascidano seio de sua língua Vernáculo, o inobstáculo para a língua anterior à Babilônia Vernáculo, e a mutação para a solidificada pedra-pomes da linguagem E o vernáculo dá lugar à língua materna, mãe jovem comunicativa,que, seduzida,Continuar lendo “Vernáculo”

Confissões [4]

Eis, enfim, amiga, que estou aqui diante de você… Você é minha redenção nesse momento tão sensível da minha caminhada. Eu sei que não te mereço, eu sei… Ando tão inconformado com isso. Por causa da sua negação, rejeitei o que há de nobre em mim. Assumi-me porco capitalista, assumi-me insensível perante teu semelhante. JáContinuar lendo “Confissões [4]”