Confissão (2)

Mas, enfim, eu vi tudo o que você queria. Vi na janela da alma o que você queria, não porque você mostrou pra mim, mas porque eu extraí de você. Sim! Eu extraí isso de você, abrindo carta branca do que eu sentia por você. Agora você sabe, amiga, que eu não sabia de vocêContinuar lendo “Confissão (2)”

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Segunda Quinzena de Setembro

Não há tantas novidades que eu lembre para o período em questão. Talvez fique mais latente lembrar de coisas das quais não foram citadas noutras semanas: O concerto no auditório do campus ; Os sonhos inonimáveis (bonitinhos, mas estranhos – e assustadores, segundo envolvidos neles) ; O teorema da banana, da Erika, Mnemosine encarnada ;Continuar lendo “Segunda Quinzena de Setembro”