Momento Poesia

A divisão caótica dentro de mim


Não adianta: o fantasma de tempos vindouros está sempre presente,
é um pérfido sintagma de sentimentos calouros, nunca ausente,
e sempre que em mim aloja, cafajeste sentimento difuso,
dúvidas aloca em mente, agreste provimento confuso.

Entrega-me, ó Mensageira! Que saudades de minhas áureas premissas
de notívago e boêmio, do valor das coisas simples, confessas,
no seu espírito de pioneira. Vontades do elencado murmúrio divino
de Eros, proêmio estéril, do calor disseminado e contínuo.

Mas que sentimento ignóbil se configura? Não se aproprie,
sequer se faça um indivíduo outra composição, outra figura,
em outro momento, próprio, não desanime: uma decepção
da não-realização, contíguo em seu provir, em hora presente ou futura.

É horrível qual imagem se motiva neste parco momento,
tartáreo, caótico, etéreo, indigno. Montagem perecível
dum fractal poético, melódico, eterno, vívido comprimento,
profunda distribuição espacial, especial, marco inaudível.

Não haverá fim? Por mim, tal injúria seria abreviada,
pela Cronida foice, mas no âmbito do Éter que se permeia…
Que graça, porém e enfim, penúria igual seria sanada?
Investida igual seria idiotice, ímpeto assim não semeia…

Que há, então, em toda essa cadeia sem fim, alegre festim,
que em tempos futuros reverberá, entregue ao próprio confim,
às Musas: que não me permitam os fatos relembrar!

Quero apenas os odores amorosos de jasmim,
as madeixas douradas no vestido púrpura deslocar,
e a coragem em mim, de estertores imbuído para poder isto declamar.


Ouvindo... Por Que Te Vas: Juno TheHitmaker Ft Voltio (RadioActitud.com

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É Olímpico!

Quatro anos que passamos juntos!

Da redação do BS


Parece que foi ontem… o que são quatro anos na vida de alguém? Pode ser uma faculdade [não feita, como no caso do editor que vos fala…]. Na vida de um país? Uma gestão

Minha empreitada, como vocês sabem, se deu há algum período maior, com outro projeto, aqui neste provedor de blógue mesmo… Mas devido a uma inconsistência dos assuntos que deviam ser tratados, minei o projeto por terra. Reiniciei do zero neste bem-sucedido projeto que há mais de quatro anos viu a transformação de seu colaborador maior.

Todos os aqui que passaram e acompanham estão fartos de saber que o Possante Suco de Tangerina foi o divisor de águas de minha carreira. E sem falar que houveram outros projetos muito bem sucedidos como os Radares Musicais, bem como outros que irão precisar de um novo vigor, tal qual Karta Citina.

Mas um fato em meu caminhar neste terceiro ao quarto ano foi sucinto e necessário para que eu crescesse como pessoa: o ingresso à USP, o contato com outros prolíficos escritores amadores – que, estimo e muito, tornem-se referência de tempos vindouros – está me fazendo um amadurecimento estilístico imenso. Que vos digam meus colegas dos SM (Soluços Malabartísticos), cujo contato freqüente está sempre provendo muitas experiências, afora a apropriação de elementos essenciais para me vislumbrar criticamente como escritor. Tenho muito a ganhar com esse novo fôlego universitário.

Recentemente, como uma parte integrante de um projeto de exclusividade, e voltado aos meus colegas de universidade, tenho a USPianeia, audacioso projeto em retratar em decassílabos brancos tudo que for possível retratar no convívio dos colegas (e haja a inspiração das Musas…)

No mais, continuo conduzindo, embora com uma certa escassez, as minhas crônicas do 35F, os meus devaneios criativos aqui, e agora, todo o pano de fundo da minha USPianeia.

A todos, minhas saudações desta nova etapa que se inicia.

Ó, mamãe... A chuva tá chegando, viu?

Terra Preta Piemontense

Estudante de letras pela FFLCH – USP, e escritor amador.


Ouvindo... Oasis: The Girl in the Dirty Shirt

Registro Segundo

Os Rapsodos do Estrangeirismo e A Ida ao Ibirapuera


O que é,
o que é o galicismo?
a influência do francês
na língua do português.

Bon jour, mon amour, glamour
Bon jour, mon amour, glamour

[…]

Estrangeirismos (Bruno Lourenço)

Os trabalhos de IELP foram verdadeiras coletas criativas. Que o diga os já citados recitador britânico e o escansioneiro de versos (livro 1, vv. 42; 44), este último já merecedor de um novo epíteto, registrado posteriormente (“Bruno, prolífico compositor”). Com um trabalho envolvendo todo tipo de intervenção, inclusive a do retórico e também citado ligeiro e direito rapaz (idem, vv. 290-7), que mostrou um sucinto, objetivo e direto trabalho de intervenção pública, capaz de me deixar abismado, tamanha a sua desenvoltura inical. Num espetáculo de teatro de cinco minutos, todos ali já demonstram um tino humorístico, sobretudo os primeiros citados, a tendência do idioma preferido de cada um, sintetizado nos pseudônimos semânticos de cada um – em outras palavras, trocadilhos com o que cada língua pode gerar.

O trabalho identificou-se com a presença dos léxicos no vocabulário português do Brasil, sobretudo os de origem italiana, francesa, inglesa, além das raízes africanas e indígenas no nosso vocabulário dito vernáculo. Com base em muita exemplificação na culinária, prato cheio [com o perdão do trocadilho] para os estimados colegas – vale notar aqui as inonimáveis Polly e Dani para gerir epítetos consagráveis – a explanação deles foi muito riquíssima.

Cabe lembrar que esse evento deu-se na quarta-feira última, dezesseis de junho de dois mil e dez.


Dia seguinte, foi um dia tenso. Alguma dúzia de ativistas irreais deram-se à pachorra de trancafiar o portão nobre da USP, que dá para a Afrânio Peixoto. Muitos revogaram sua entrada na USP, por descostume a caminhar circundando o terreno [mas também não há porque conveniar-se com isso]. Eu, por sorte, não me vejo nesse problema. Venho de carro há alguns bons tempos… Nossa amiga de sorriso em evidência (idem, v. 43), teve um senhor atraso e o dia requisitava a vinda de nossa turma: havia um trabalho-prova necessário a ser feito para literárias.

Após uma odisseica jornada Elopeiana pela região aglutinada da Universitária, eis que a mesma entra esguiamente, sem percebermos, eu, o ainda inonimado Filipe e a prudente, precavida e sábia (idem, vv. 307-8), junto com a simpatia, o quarteto se dirigiu, por iniciativa conjunta, e primordial, até algum local de estudos. Mas o que aconteceu propriamente foi uma viagem de dispersão com destino ao parque do Ibirapuera, cuja curioso monumento o qual nosso professor de literárias nos concebeu conhecer ali fomos ver [e bem fotografado ali foi pelos nossos ohlos artísticos e criativos]. O trajeto, assim descrito, foi um verídico tour pela cidade de São Paulo:

  1. Cidade Universitária;
  2. Paulista e descida da Brigadeiro;
  3. Parque do Ibirapuera;
  4. Santa Cruz, onde ocorreu a dispersão.

Incrível como nossa estadia gerou um movimento poético próprio, mas sempre tínhamos em mente o sacana poema de Francisca Júlia permeando nosso imaginário por ali. De tal maneira que eu já o vinha decorando num determinado momento.

O passeio, com um princípio de estudar, foi adiado pela necessidade de dispersão mental promovida em conjunto. Dispersão que se deu com um explorar do parque, como pode ser visto nas fotos do álbum USP – Junho de 2010. Logo abaixo:



Ouvindo... Bonga Ft Marisa Monte & Carlinhos Brown: Kizomba

Registro Primeiro

sun Memórias é uma seção na qual irei registrar, em prosa, acontecimentos que ocorreram de interessante comigo, sobretudo os mais recentes, pois, como ainda estou neste momento registrando fatos de alguns meses passados, até chegar aos dias de hoje, será muito complicado lembrar destes fatos como ocorreram.


A Voz do Escritor, A Quint’e Breja e o sufoco pra dormir…

Dia 10 de junho de 2010 foi um dia que me senti nas nuvens, apesar de episódios isolados que quase tornaram-no um fiasco. Tudo tem uma origem imediata alguns dias antes, onde o frenesi das aulas de Literárias tomou um tamanho gigante. Que o diga o recitador britânico (Livro 1, v. 42), entumescido gravemente pela sua própria poesia, um veneno imediato para sua razão, uma grand petit mort não-libidinosa para ele… Voltando, antes que divaguemos: nosso professor nos convida a um evento noturno relativo à Poesia Contemporânea, chamado a Voz do Escritor. Eventos noturnos costumam ser deveras complicados para mim. Tinha que arranjar uma estadia. Deixei os materiais de dia disponíveis com uma pessa em especial.

O início de tarde foi um alvoroço: nunca havia visto tantos colegas conhecidos passarem por ali daquele jeito. Pessoal almoçando. Presentes ali a simpatia em evidência (vide já descrito Livro 1, v. 43), o escansioneiro de vesos (Idem, v. 44), dentre outros ainda inonimados aqui (diga-se Carol, Mariana e Filipe). Bruno, o dito escansioneiro, munido de seu violão, fez conosco – com uma breve canja deste que vos fala e no qual ainda há de ser nominado pelos colegas de curso – um pout-pourri de canções, com direito a aloroços no vulgo porão dos estudantes.

Bem então todos seguindo seus caminhos, e eu acompanho a simpatia e o esansioneiro onde fosse possivel, e onde tive a informação cabal de minha amiga misteriosa: “pode deixar suas cargas aqui comigo”. Confirmando a informação na linha nobre da paulista do metrô à família, via que todo esforço cósmico e universal conspirava para que este se corrompesse. eu não imaginaria como.

Quase que ía ver o dia nascer aqui... Quase [DLM/BS] Separados pela Ana Rosa, entroncamento com a antiga linha e primordial do metrô, segui caminho nos tumultuosos antros subterrâneos até deparar-me com o caminho do tatu – tupinistas traduzem-no melhor – e onde começa meu maior sufoco: perceber que o ponto de encontro para descarregar o empecilho universitário era noutro lugar. Tal falha foi crucial para que eu pensasse absurdos da minha amiga [ai, por favor, querida, pedirei sempre a ti mil desculpas por ter sido tão pouco esclarecedor, devido ao meu maldito celular!). Mas, sempre munido de solução alternativa, vejo que andei na contramão, e encontro uma pessoa que muito bem poderia considerar de irmandade, pois acompanhou decerto serenamente meu cair em mim… Malas entregues, e um incrível atraso. Voltaria eu à Cidade Universitária em tempo?

Decerto sim: ainda por volta das nove, mesmo após todo impropério que me fiz ocasionar, ainda pego um pouco do espírito poético, que bem sabia, iria até onde poderia, com direito a uma loooonga interrupção de esquerdistas noturnos [cara! Sorte minha não estudar à noite…] e a um evento que se estendeu até onde não podia mais. Lá evidentemente encontro o escansioneiro novamente. Mas, decerto, o quadro poético contemporâneo não foi de muito agrado geral… As pessoas não estão devidamente preparadas para as explicitudes literárias, e bem sabemos que poetas são bichos instáveis, impulsivos e incompreensíveis. Uns mais, outros menos, mas todos em alguma escala… [Talvez um fosse mais assim, mas o outro era mais firmezinha.]

Eis então o segundo sufoco…

Nossa!!! Quase que dormi numa enrolada ocupação, não fosse achar alma caridosa que me acolhesse em seu humilde antro residencial. Esta passei a procurar na QuinteBreja [detalhe: passei o evento sem engolir uma gota de álcool = odisséico!], único evento que saberia que não haveria problema, pois gente ali havia de monte, mas quase nenhum que conhecesse, e, a despeito de meu descaramento matutino, tenho bloqueio noturno em conhecer as pessoas… [Amiga misteriosa… Você tem de resolver esse problema o quanto antes! Eu admito!] Pois bem… Tal alma, após muita conversa, obteve condução para mim a um lugar confortável – nas vias da possibilidade – para eu “tentar” repousar. Tentar… Porque dormi em vigília (o mesmo que não dormir), por ela ser mulher [ah, não, cara! Não vai dizer que você ficou com medo de abusos noturnos?!!] e por ter certo caimento por mim [é impressão minha ou me sinto ser disputado aqui e acolá?]

Certo é que cinco e meia, estava eu à ativa novamente, seguindo o caminho do tatu para recolher minhas coisas e ainda voltar à Universitária para fazer a refeição do dia e encontrar um colega de estima.

Por isso que eu digo, da próxima vez, reservo uns trezentos reais e vou pousar num hotel. E pra variar, outubro logo estará aí e será a vez da FENAPO em Osasco. E desta vez quero participar…



Ouvindo... Nelly Furtado: Turn Off The Light [Chris Vrenna vs. Tweaker Remix]

Momento Poesia

Ser [Segundo Ato]

moon Quanto há de mim tão imerso nesse mar de dúvidas que me aflige, numa visão que tive em mim, fora de mim, que me constrange e me faz repensar meus valores? Tal massiva abaixo compreende a tamanha dificuldade em me compreender. Por uma imagem


Divergente, inócuo, difuso
munido de princípio confuso,
à beira do instinto impuro
contempla o momento em apuro

Quem é este, diluído que vos fala? [Douglas L. / BS] Persisto no antigo afago
debato, tremulo e me afogo,
absorto, absorvo e contradigo,
à imagem urânica do caído índigo

Que se entorna, enraivecida ao abismo,
turva os mares do interno frescor,
condensa em si um bolor de botulismo?

Veja em si um misto de alívio e dor,
o fim do desprestigiado preciosismo,
a confusão do significado do ‘dito amor.


Ouvindo... Bartender: Alexis & Fido (RadioActitud.com

Causos de Longinqual de Preta Terra

Filósofa Pop Notável ou A Integração Acadêmica

Em Longinqual há um imenso Parque Universitário nos limiares da região central. Nele, há a Faculdade de Filosofia Longinquense, a Universidade das Ciências Exatas Longinquense, o Centro Universitário de História e Arqueologia e a Faculdade de Medicina Rural Longinquense. Todas elas, entre si, disputam a atenção do público recém-formado do Ensino Básico e vivem em rixas constantes entre si. Até entrar nos domínios da FFLon uma notável criatura.


Este humilde relator esteve distante de sua terra por motivos diversos: as Cidades Miúdas lhe ofereceram cursos de aprimoramento no âmibto do jornalismo biográfico, fato que fez com que este se distanciasse de sua querida morada do Vilarejo dos Guarapitangas, ao leste da localidade. Confesso que senti muitas saudades dos meus três bilhões de conterrâneos… Apesar de todo o clima de guerrilha que circunda peremptoriamente a região central de Longinqual. Jarbas Magalhães, ainda não só teve a pachorra de mudar de partido, como também é acusado de ser mandante da morte de Dionísio Apolo. Um caso que intriga a força policial local.

Os Festivais de Música ao Ar Livre foram cancelados neste último ano… Fiquei muito triste com isso…

Personalidades como Drica deixaram a cidade por não suportar o clima tenso que pairava sobre o ambiente. A produção cultural deu uma bela estagnada; a universitária e a ativista política suprimiram – em parte – essa carência.

Tudo começou pela ruptura das rixas entre as quatro instituições através de um trabalho populista desempenhado por Samara Francine Seissheuer, aluna ingressante em 2008 no curso de Filosofia da FFLon.

Até aquela época, as instituições só se conversavam através dos burocráticos setores de Diretorias e Reitorias. Os alunos, no entanto, jamais se conheciam, salvo caso raro de alguns eventos na zona central. O contato era nulo.

Samara Francine, vendo a distância que haviam entre tais instituições, deicidu por a mão na massa (ou melhor, na picareta): junto com três colegas, preparou um evento festivo na Filosofia, “restrito”, como haiva declarado à Diretoria, para as turmas de seu curso. No entanto, num dado momento da noite, estes colegas derrocaram um pedaço de muro que dava a uma outra instituição, e com o apoio desta, enveredaram num caminho de árvores até as outras duas: formaram o então Corredor da União. Notadamente, os alunos do horário haviam debandado de suas aulas regulares naquele dia para averiguar o furdunço na FFLon.

Qual, no entanto, foi a surpresa dos outros alunos descobrirem que os filósofos não eram aqueles sujeitos chatos e marginalizados que suas mentes construíam no Ensino Básico? [Obviamente, o alto índice de mulheres na FFLon foi crucial para eles perceberem que Filosofia poderia gerar, pelo menos, em Longinqual, um seleto grupo de intelectuais que tinham graça, bom humor, eram descolados, e no caso delas, graciosas e belas]

É devido que todo o crédito daquele ato insano foi dado à Samara, a aluna mais popular naquela temporada. Como de praxe [isso não muda desde às Cidades Miúdas], foi impugnado um ato administrativo de suspensão sobre Samara e seus comparsas de plano…

Foi a primeira manifestação então que se deu por uma causa universitária: uma causa babaca, pr’os cidadãos; uma causa inovadora para os universitários, até então – o retorno de Samara, uma vez que ela foi designada pelos colegas como “ré primária inocentada” por ter gerado o primeiro passo para algo muito inovador ali – a integração das instituições.

O fato de fechar o comércio local, bloquear as vias principais de saída da cidade – com a ajuda dos taxistas ainda [sujeitos camaradas, não?] – e impedir o trabalho dos funcionários públicos paralisou nosso modesto vilarejo e chamou a atenção da imprensa, que por sorte, uma sorte casual, promoveu um debate favorável à agregação das unidades universitárias.

Após três dias tensos, muitos feridos pelo caminho e o descrédito das ações de Jarbas perante o Poder Público, a Faculdade de Filosofia Longinquense preteriu sua retratação e decidiu por reintegrar Samara à comunidade acadêmica. Isso depois de uma séria reunião com o Conselho Diretor que – incrivelmente! – era favorável há muito em criar um pólo integrador.

Com os olhares do mundo, viu-se conjugar todos os passos que estão sendo dados para, em breve, as instituições serem agregadas em uma mega-unidade, de deixar uma outra Universidade, lá nas Cidades Miúdas, com inveja: a UIL, Universidade Integrada Longinquense, pretende ser a maior instituição privada de ensino superior da região, e agregará em seus quadros mais cursos e uma estimativa de comprar terras do Distrito Industrial para construir as instalaçãoes das IEEBs, derrubar os muros restantes das existentes e propor um modelo de integração Universitária digno de abrigar até 880 mil alunos ao ano!!!

Tudo devido a um esforço de uma jovem ousada, que só queria mostrar pro pessoal que Filosofar – pelo menos em Longinqual – gera excelentes ideias….


Todos os fatos relatados em Causos de Longinqual de Preta Terra são fictícios. Quais semelhanças em fatos reais futuros ou passados, será ou mera coincidência ou uma notável inspiração…

Quem dera se na real tudo fosse como essa crônica…


Ouvindo... Madonna: Jump