Capítulo Sessenta

Contos de USP


É oficial. Sou um bixo USPeiro e pela situação ordinária, nada há que possa mudar isso.

E pelo presente momento, lembro de um fato que me faz não envergonhar-me de ser um bixo que sou: outrora poderia ter sido cobaia de pesquisas médicas na especialidade de Psiquiatria. Bom… Se outrora ainda me dispunha para tal condição, acredito que ser bixo não seja assim decerto tão vergonhoso, como muitos acreditam ser.

Praça do Relógio, à noite [Fonte: Na Velocidade Terrível da Queda | Blogspot] A propósito, isso me remete a uma ocasião quando possuía aquela tão dita crise de identidade – em particular a reincidência mais branda, em 2006 – em que, num dado dia, acreditava ter sido incumbido da missão de congregar – não sei por meio de qual construção de lógica – pessoas de minha confiança, entre amigos e colegas de curso, levando-os a pé até a Cidade Universitária em plena hora da madrugada [pode?!] e ainda convocando-os em suas casas, caminhando a pé. Talvez seja porque no referido dia [noite] via clarões de luzes na direção leste, onde geograficamente localizava-se a Cidade Universitária em relação ao meu lar.

A crença sem fundamento era que havia chegado uma nova era de descobertas, às quais poderiam ser experimentadas em ambientes de vanguarda acadêmica, como a Cidade Universitária [Hã? Alguém entendeu?].

Sim…

Não tinha jeito…

De uma forma ou de outra, a USP iria me absorver. Seja pela Matemática, seja como paciente, ou como um nobre didata de Letras…


Ouvindo... Grito Mundial: Daddy Yankee (RadioActitud.com

A contagem regressiva está por começar…

Publicado por Potingatu

Bacharel e Licenciado em Língua Portuguesa (2010-7), FFLCH / FEUSP. Aspirante-a-mestre-acadêmico não-qualificado em Filología e Estudos do Discurso em L. P. (idem, 2017-8). Pesquisador juramentado diante do MCTI de Marcos Pontes e com préstimos ao 🇧🇷. Sigamos!

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