Manifesto da Personalidade

Um Retrato de Pertencer À Maioria


Dizem que as diferenças é que fazem o mundo. Afinal, sem elas, a rotina seria muito mais maçante que o que é hoje – haja vista as particularidades existentes – e, mesmo assim, cultiva-se um sentimento de universalidade do comportamento humano, excluindo padrões de comportamento considerados ímpares, diferenciados, libertários e, por que não dizer, geniais e inovadores?

A estas pessoas, meus parabéns! Tem algo a dizer acerca de seus experimentos com sua condição afirmativa, mesmo que as réplicas sejam de cunho negativo: há sempre um motivo para se manter na ativa, brigando por aquilo que você acredita…

Aos homossexuais, cadeirantes, de visão reduzida, afetivos bipolares (…), muito obrigado a vocês por seus esforços de superação mostrarem pra gente que há sempre o que conquistar. Ainda mais para nós que, considerados perfeitos, nos acomodamos a não ter nada em que centrar esforços para fazer de nossa vida algo com real e palpável valor…

E nestes convívios de pessoas com diversos pequenos empecilhos vivazes – possamos assim dizer – nós podemos perceber que nos enganamos: nós possuímos mais problemas e mais graves que qualquer um deles. Em especial por se pertencer a uma maioria.

Principalmente quando você é um homem, adulto e sadio. Você não parece ter muito diferencial a oferecer…

Faça a diferença! Permita-se ser um comediante de si mesmo e leve a vida com menos seriedade e mais esportividade.



Ouvindo... Jogo do Brasil contra a Venezuela (Carmiña Nieto que se prepare…).

Publicado por Potingatu

Estudante de Língua Portuguesa e Linguística pela FFLCH - USP (2010-5), entusiasta e experimentador do máximo de artes que for possível.

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