Perfil de Uma Terrinha

Ou Balanço de Terra Preta


Em diversas ocasiões, citei meu inveterado amor pela Cidade da Catenária.

Em todas elas, sempre fui fiel aos meus comentários. Osasco proporciona uma auto-suficiência sem igual.

Mas este cantinho de chão também ganhou o seu espaço neste coração, nascido paulistano.

Não sei se foi o convívio do teatro daqui, ou a oportunidade de servir ao bem público como funcionário de base, mas essa Terra Preta da língua Tupi – o significar de Ibiúna – , distando seus sessenta ou setenta quilômetros daquela “bagunça” urbanóide, tem seus encantos naquilo que há de mais valor numa cidade: seus cidadãos.

  • O time de teatro dos idos de dois mil e oito;
  • O gentil povo do comércio ibiunense;
  • As sempre prestativas pessoas do setor municipal da educação.

Basicamente, estes três elementos são indispensáveis para dizer que eu sou um paulistano de nascença e um ibino-osasquense de coração.

Então, cuidado com o que dizem, que:

Uma vez em Ibiúna, a paixão é irreversível.

Fonte: Sideways - Sorocaba (Blogspot)

E uma irreversibilidade dessas é difícil obter novamente em outro lugar.

Eixo Osasco-Ibiúna: daqui não quero sair mais!


Ouvindo... Pee Wee: Cumbaya (BuenaMusica.com Radio

Depois de uma declaração de amor dessas, quem se segura?

Publicado por Potingatu

Bacharel e Licenciado em Língua Portuguesa (2010-7), FFLCH / FEUSP. Aspirante-a-mestre-acadêmico não-qualificado em Filología e Estudos do Discurso em L. P. (idem, 2017-8). Pesquisador juramentado diante do MCTI de Marcos Pontes e com préstimos ao 🇧🇷. Sigamos!

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