Radar Musical: Quarenta e Cinco

Deep Purple - 30: Very Best Of Deep Purple

30: Very Best Of

[EMI, Coletânea]


Mais um hiato, e então deparo-me com esta coletânea, onde, como todo oportuno momento, busco aproveitar da situação. Deep Purple, na linha do Hard Rock, foi e é uma das minhas prediletas bandas. Seja pelo groove dos primeiros anos, ou pela animalidade dos vocais, ou pelas famosas sequências nas guitarras – não importa, Deep Purple sempre soa um tanto particular, difícil de ser explicado…

Já nos aproximamos do fim do meu acervo musical pessoal, e, apesar de ser o menos ouvido até então, visto a biblioteca existente em casa, foi uma coletânea da qual tomei pretensa atenção por até muito tempo após sua aquisição.

Setlist

  1. Hush: ah… Eis o groove tão falado dos primórdios. Algo bem Rockabilly, por sinal.
  2. Black Night: lembranças do Led Zeppelin… Mas com algo bem particular… Uma voz bem menos selvagem.
  3. Speed King: um ótimo standard para classificar o genuíno Hard Rock.
  4. Child In Time: um arcabouço de mistério – que nunca mais poderá ser cantado, hoje, pela mesma voz.
  5. Strange Kind Of Woman: já comentado em Fireball.
  6. Fireball: comentado em Fireball.
  7. Demon’s Eye: já comentado em Fireball.
  8. Smoke on the Water: a melhor fase, a melhor receita e o mais reconhecível riff do mundo.
  9. Faixa de destaque Highway Star: ainda a melhor fase, uma igual boa receita e a sequência mais abrasadora do Rock.
  10. When a Blind Man Cries: quanta melancolia…
  11. Never Before: exemplo de um alegre Hard Rock – paradoxo musical.
  12. Woman From Tokyo: um riff muito copiado, uma vocalização não muito inovadora – cronologicamente –, e uma canção muito enxugada – nesta coletânea.
  13. Burn: o resgate de toda a energia da banda, na sequência desta coletânea – um arrasa-quarteirão de expressividade arrebatadora.
  14. Stormbringer: uma maturidade musical – e como toda maturidade, implica em menos ousadia e inovação…
  15. You Keep On Moving: … Mas a mesma maturidade apresenta trabalhos mais suntuosos e elaborados.
  16. Perfect Strangers: a mais pendente para o ocultismo, e mesmo assim, não perdendo o particular da banda.
  17. Ted the Mechanic: notáveis influências do Blues por aqui…
  18. Any Fule Kno That: um material deveras inédito, mas com uma significativa perda de identidade, o que faz do encerrar do disco algo de pouca expectativa superada.

Seleção de Peso

Muito não se perdeu nesse resumo de trinta anos de carreira. No entanto, o velho desconto.

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Technorati Marcas: ,,

Ouvindo... Deep Purple: Ted the Mechanic

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