Radar Musical: Vinte e Seis

Beach Boys - Pet Sounds Beach Boys

Pet Sounds

[Capitol, estúdio]


E há, também, comunidade internética, aqueles álbuns que você adquire por ter adquirido outro cuja história muito tem a ver com ele. E com esse não foi propriamente por qualquer outro trabalho deles, mas por uma velha história conhecida do mundo musical internacional, chamada pelo que vos escreve como a Disputa Criativa Musical.

Essa típica historinha que, vez por outras é contada pelas MTVs da vida, fala de uma certa banda inglesa que lançou Rubber Soul, trabalho este que deixou Brian Wilson perplexo e obstinado a trabalhar algo mais elaborado. O resultado é esta criança. Conforme a certa banda inglesa verificou o material, um certo Paul pensou [mas talvez nunca tenha dito]: "Caralho, era justamente o que eu queria ter feito na vida… Aah!!! Vou fazer melhor!" E assim surgiu um certo Sgt. Pepper’s…

E, como se não bastasse, essa história prosseguiria por mais quase quarenta anos após, mas a superação da superação da superação não seria tão efetiva quanto se pensava. Mas isto é ocasião para comentários futuros [pois quem vos fala também tem esse álbum!].

Enfim, embora eu não lembrasse as ocasiões que me levaram a adquirir este álbum [que, certeiramente, não foi das costumeiras pechinchas de sempre], posso dizer que, em certas ocasiões, as canções contidas neles fazem valer os altos custos.

Setlist

Vale lembrar, por antecipação, que o álbum comentado possui 27 faixas, das quais as treze primeiras constituem o álbum original em si. A 14ª, uma faixa refeita; e as seguintes, as treze primeiras organizadas em modo Estéreo, das quais algumas não permaneceram fiéis ao conteúdo original. Será descrito ao final de cada faixa a qual a versão auditada, se a Mono ou a Estéreo, com exceção da última.

  1. Wouldn’t It Be Nice: bom princípio. A grandiosidade do álbum se apresenta latente pelo refrão [Estéreo].
  2. Faixa de destaque You Still Believe In Me: os ecos e o clima de canção de ninar apresentam uma das maiores odisséias em se tratando de produção [Mono].
  3. That’s Not Me: os instrumentos pouco ortodoxos como a guitarra de doze cordas garantem um trabalho que tende mais aos clássicos que aos populares, sendo, mesmo assim, popular [Estéreo].
  4. Don’t Talk (Put Your Head On My Shoulder): talvez a que menos combine com o conjunto, por apresentar-se muito triste e ser pobre instrumentalmente [Estéreo].
  5. I’m Waiting For The Day: a apoteótica entrada e o contraste com as parcelas letradas reergue o álbum do clima tenso da canção anterior [Estéreo].
  6. Let’s Go Away For Awhile: dá vontade de se viver na época em que estas canções foram gravadas, justamente por este instrumental [Estéreo].
  7. Sloop John B: a tradicional canção na voz dos rapazes remete aos primórdios deles na música [Estéreo].
  8. God Only Knows: uma canção onde se evidencia as diferentes nuancias tonais para compor uma atmosfera corrente [Estéreo].
  9. I Know There’s An Answer: os sopros, a percussão e a entonação vocal alegre combinam muito bem [Estéreo].
  10. Here Today: embora pareça uma jogada de risco no princípio, os vocais e o conjunto musical fazem ganhar o trabalho final [Estéreo].
  11. I Just Wasn’t Made For These Times: uma das que possuem mais apelo psicodélico pelo famoso e temido Teremim, das que possuem maior grandiosidade e com trabalhos vocais mais bem elaborados [Estéreo].
  12. Pet Sounds: o nome diz muito, mas vamos complementar… Um instrumental complexo e rico, que soa muito bem nesta versão [Estéreo].
  13. Caroline No: a melancolia sensível desta canção bem marcada com instrumentos pouco ortodoxos encerra a concepção do trabalho original, com direito a recortes sonoros no final [Estéreo].
  14. Hang On To Your Ego: afora algumas modificações no refrão, as mesmas considerações da 9ª.

Odisséia Musical?

Um trabalho que dá gosto de ouvir sempre.

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E eu não pulei Carnaval, não…

Ouvindo... Beach Boys: Let’s Go Away for Awhile

 

 

 

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Causos de Longinqual de Preta Terra

Os Sonhos de Evaldo e de Laura

Evaldo é outra das figuras mais divertidas naquela modesta, porém cultural, comunidade do distrito residencial dos Aguaguapes, ao norte da cidade. Sempre fiel à sua Larissa, jovem cantora da orquestra vocal longinquense e cintiniana, vê-se por meio da ocasião do destino, imerso num desejo do subconsciente. Laura, promissora gerente de uma loja de discos, lauriana (por quê, hein?) e de estilo extravagante, também se verá numa mesma situação.


Evaldo é um dos sujeitos mais corretos viventes na cidade. Nunca se meteu em confusões quaisquer, nem fez atos esdrúxulos pela região. Só não era beato por uma falta de compomisso real com qualquer comunidade religiosa. Namorado há dois anos de Larissa, faz da sua vida uma constante dedicação ao seu amor. Compra bombons, flores, álbuns de música romântica, essas coisas de namorados corriqueiras.

Entre a classe dos taxistas, não há namoro mais aprovado que esse. Larissa, uma jovem espirituosa em todas as suas atitudes, voz aveludada, cabelos loiros e cacheados, cantora de um dos crecentes grupos de música local, que vivia com sua família numa das casas mais bonitas da região Central, era xodó de todo o comércio local. Todos, garantidamente, torciam para que na vida dela, que sempre recusara uma abertura a um romance, houvesse alguém que pudesse quebrantar o gelo que ela se proporcionava. E o jovem Evaldo correspondia às expectativas de todos: dela e dos que costumavam xeretar a vida deles.

Laura, por sua vez, alheia a tudo isso – ou talvez nem tanto – era uma mulher de trinta anos que conduzia com a prudência de uma mulher determinada e consciente de suas decisões a sua vida e sua empresa, a loja Cassaíras de discos e estúdio musical, a mais frequentada em Longinqual. Dando termo à classificação de laurianas, que se referem a mulheres decididas e com estilo diferenciado de se vestir, ou mais clássico ou mais contemporâneo, Laura era referência de moda entre as moças mais roqueiras da cidade, com seus cabelos tingidos de azul com luzes violetas e seu vestuário chamativo pelas cores e texturas lisas. Também tem a estima dos locais, por se tratar, também, de uma mulher culta e referência de opinião, sendo clara a influência dela pela cidade na não-reeleição de Jarbas Magalhães, cujos resultados, sabemos, foi em vão. Mas, mesmo assim, Laura foi determinada em levar sua bandeira até onde foi possível, dentro da legalidade. Eis, adiante, uma representação do imaginário de um simples contador sobre tal figura, na realidade, muito mais bonita do que se possa representar.

O que essas três pessoas distintas tem a ver entre si? Calma leitores dos contos de nossa modesta cidade… Digamos que a Cassaíras constitui o elo de ligação entre os três personagens do nosso causo. Aproximava-se o costumeiro 12 de junho, e Evaldo, seguindo a cartilha dos homens, decidira adquirir uma nova coletânea de álbuns românticos para presenteá-la – afinal, Larissa ama música – e a tal loja e estúdio era seu ponto preferido para isso.

Pois bem, estava nosso estimado jovem escolhendo sua coleção de presente quando três arruaceiros que envergonhavam o grupo punk por estarem vestidos como tais, decidiram caçoar um local que entrara na loja, procurando com os vendedores álbuns de forró. Os três elementos fizeram disso motivo de chacota sobre o sujeito. Evaldo, prestativo, sai em socorro instintivamente ao agredido, no meio do burburinho no saguão da loja. A algazarra rendera, por sorte, poucos ferimentos e os arruaceiros presos, pois a força policial local estava por perto; mas alguns dos poucos ferimentos foram atordoantes para Evaldo, ao qual foi prontamente atendido por Laura. A prestatividade foi tamanha que esta havia cedido a coletânea desejada por Evaldo como cortesia em favor do ato de coragem.

Obviamente, as raposas matreiras que são as beatas do Centro incutiram boatos estúpidos especulando um relacionamento entre Evaldo e Laura. É claro que os taxistas da praça principal não assentiram em concubinar com essa opinião, visto que eles possuíam nítido senso de opinião. Mas, conforme as línguas se espalhavam entre os mais populares e menos desprovidos de senso crítico, e estas chegavam aos ouvidos da Larissa, esta ficava mais inquieta quanto ao Evaldo. As cintinianas, por definição, são mulheres extremamente românticas e idealizadoras, porém um pouco ciumentas, principalmente quando são as últimas a saber "alguma coisa referente a elas".

Até que, no dia 11 de junho pela noite, enquanto dormia com Larissa na casa dele em Aguaguapes, teve um sonho muito forte. Um sonho que Larissa, num momento ocasional de vigília, havia constatado, e que rendeu, no dia seguinte, de sua partida da cidade para uma região distante dali. Não levou a coletânea: pelo contrário, havia quebrado os álbuns.

Quando, preocupado no outro dia, Evaldo foi buscar informações com os familiares dela, a recepção foi hostil, com direito a tiros de sal de espingarda.

– Demorou para a família dela desmascarar o canalha que frequentava sua vida – disse uma beata a um taxista da praça.

– Ainda mais quando uma santa do pau oco diploma esse canalha sem o seu consentimento – ironizou o taxista em resposta.

Mas afinal, que houvera aquela noite?

Bem, sabemos que, até hoje, Evaldo continua frequentando a Cassaíras, até mais que antes após o êxodo de Larissa. Segundo fatos verídicos, dois dias depois das ocorrências decritas acima, Evaldo foi ter com Laura. Ambos começaram uma conversa, em meio a assuntos musicais.

– Sabe, meu rapaz, tive um sonho estranho há alguns dias?

– Verdade? – impressionou-se Evaldo – Eu também… Sonhei que estava no meu quarto com uma mulher estonteante, que estava deitada sobre mim, e ao levantar-se para falar comigo, disse "Positivo ou só sacanagem?", e depois fugiu da minha presença, e eu a procurava. Então acho que acordei. E você?

– Nada não – respondeu ela, confusa. – Só sonhei que conversava com uma pessoa, e esta dizia "O que você desejar", e então acordei.

E ouviu-se uma risada pela loja.

O resto, meus amigos, é só especulação, como já disse. Cada um deduza a seu próprio modo, e mantenha a discrição.


Ouvindo... The Cult: Revolution

Radar Musical: Vinte e Cinco

Chemical Brothers - Singles '93 '03 Chemical Brothers

Singles 93 – 03

[Virgin, coletânea dupla]


Outro motivo que pode levá-lo a comprar algum álbum é justamente um videoclipe que você tenha adorado. Com esse aqui foi assim por causa de The Golden Path, com seu clipe hipongo e bem colorido.

Além do mais, eu precisava de uma referência no eletrônico, e neste gênero, não há meio termo: ou se faz bem feito, ou não se faz direito.

Um dos poucos nomes que conhecia da eletrônica eram os Chemical Brothers, cuja psicodelia eletrônica faz toda a diferença no mundo da música sintética. Há quem arrisque-se a chamá-los de membros de Rocktrônica, mas acho que isso é um exagero.

Para todos os efeitos, busquei a versão dupla [há a simples], para ver também o que o complemento reservava.

Setlists

Primeiro CD

  1. Song To The Siren: talvez essa faixa explique o porquê de ser rocktrônica…
  2. Chemical Beats: um trabalho mais espacial.
  3. Leave Home: um retrato confuso, mirabolante, esdrúxulo da "loucura" musical.
  4. Setting Sun: a "viagem sem volta" ao mundo do inalcançável e da "absurda insanidade" pode ser deduzida a partir desta parceria com o vocal do Oasis.
  5. Block Rockin’ Beats: idem à 1ª. E talvez o faça assim com maior propriedade. Feita sob encomenda para uma grande rave.
  6. Faixa de destaque The Private Psychedelic Reel: o máximo produto psicodélico apreciado por um simples ouvinte. Se esse trabalho fosse concebido nos idos dos sessentas, hoje talvez teríamos coisas ainda mais insanas, dignas de fazer-nos enlouquecer só de ouvir.
  7. Hey Boy Hey Girl: a faixa anterior pode interferir na apreciação do restante do álbum, mas esse trabalho continua tendo um toque de insanidade.
  8. Let Forever Be: o upgrade de Tomorrow Never Knows provém o segundo melhor trabalho psicodélico do conjunto até aqui.
  9. Out Of Control: tende mais ao trance, mas possui seus acessos ilusórios e irreais de psicodelia.
  10. Star Guitar: idem à 2ª, com mais propriedade.
  11. The Test: a voz do The Verve que futuramente tenderia ao psicodélico permeia uma canção que é um paradoxo à sanidade. Um verdadeiro teste para a paciência.
  12. Get Yourself High: a mistura entre o eletrônico e o hip-hop, algo não muito desconhecido aos nossos ouvidos.
  13. The Golden Path: as vozes do The Flaming Lips encaixam perfeitamente no clima up da canção, encerrando o disco principal.

Segundo CD

  1. Not Another Drugstore (Planet Nine Mix): mais hip-hop que a 12ª do primeiro disco, mas ainda padrão nos dias de hoje com a eletrônica.
  2. The Duke: aqui já percebemos um Chemical Brothers que não é voltado ao psicodelismo.
  3. If You Kling To Me I’ll Klong To You: muito simples e, no entanto, muito obscura.
  4. Otter Rock: canção bem orbital.
  5. Morning Lemon: a característica mais vísivel está nas batidas.
  6. Galaxy Bounce: será que já não ouvi isto antes?
  7. Loops Of Fury: todos os elementos desse trabalho estão corretamente equalizados.
  8. Delik: vibrante sem ser excessiva. Porém, pouco criativa.
  9. Faixa de destaque Elektrobank (Live): trabalho com um sutil apelo sexual.
  10. Under The Influence (Mix 2): apelo de psy bastante evidente.
  11. Piku Playground (Live): o trabalho mais orgástico do duo leva o público ao delírio, e ao fim do trabalho.

Deu pra sobreviver a tanta viagem?

O primeiro disco surpreende, mas o segundo não fica tão impresso na mente quanto o primeiro: desconto de meio ponto. Considerando o famoso desconto por ser coletânea. Temos, enfim:

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Ouvindo... Chemical Brothers: Galaxy Bounce

 

 

 

Radar Musical: Vinte e Quatro

Stone Temple Pilots - Tiny Music Stone Temple Pilots

Tiny Music… Songs From The Vatican Gift Shop

[Atlantic, estúdio]


Como já foi dito em outras oportunidades, há álbuns que você compra pelo conjunto. Outros, pelas músicas. Outros ainda, por uma ou duas em específico. E alguns só pela arte visual. Este foi um exemplo deste último motivo, e a imagem aí em cima diz tudo. Uma banhista bonita e um colorido fenomenal em toda a capa. Mas não se engane: essa arte bonita esconde um pôster de nove quadros, do qual a composição oferece uma ingrata surpresa. A saber qual é? Bem, essa deixo para quem adquirir o álbum também.

Este, ao lado do álbum de estréia do Mudhoney, compôs-se da maior cobiça fonográfica de pessoa que vos comenta, que sempre visitava determinada loja em Osasco, para saber se o produto ainda estava lá à venda.

Uma coisa ainda interessante é que o álbum em questão, mesmo após a aquisição, ainda custei, voluntariamente alguns dias a abrir. O motivo: havia uma amiga de tempos de fins de escola que amava a banda. Ofereci a possibilidade de trocar com ela este álbum por outro de cunho mais raro que só encontrava, a duras penas e em São Paulo – a saber, uma coletânea, ou o clássico álbum His ‘n’ Hers, do Pulp – , mas a pequena [modo de dizer] não teve essa possibilidade. Então me senti no direito de abrir e apreciar o trabalho.

E, quem diria, iria trocar um trabalho de alta categoria, que iria além de uma simples capinha bonitinha? Apesar do STP não ser uma das minhas prediletas, as ocasiões dos rótulos [uma longa história que envolve Pearl Jam, críticos, uma canção em específico e muita discórdia] não permitiam que esta passasse em branco no meu conceito. O resultado? Veremos a seguir.

Setlist

  1. Press Play: um bom instrumental que lembra mais uma música ambiente para elevador.
  2. Pop’s Love Suicide: uma canção interessante, que inicia o álbum sem colocar toda a capacidade da banda logo no início.
  3. Tumble In The Rough: um peso bem colocado, com o contrapeso da leveza.
  4. Big Bang Baby: a leveza bem colocada, com o contrapeso do peso instrumental.
  5. Lady Picture Show: algo mais romântico, mais voltado para o pop. O que não faz o conjunto perder a qualidade.
  6. Faixa de destaque And So I Know: ainda mais romântica, mais leve e, sobretudo, para se envolver.
  7. Trippin’ On A Hole In A Paper Heart: para balancear o conjunto que estava tomando leveza, uma canção que rompe com todo o tráfego romântico e traz o "incômodo" peso natural da banda.
  8. Art School Girl: nomeada como a brincadeira do álbum, com a levada mais cool.
  9. Adhesive: uma canção que a princípio aparenta ser leve e densa, mas é no entanto equilibrada e no melhor formato expurga-males.
  10. Ride The Cliché: muito hard para ser Pop. No entanto, muito pop para ser Hard Rock. Um paradoxo musical.
  11. Daisy: instrumental no melhor clima praieiro.
  12. Seven Caged Tigers: para encerrar o conjunto, uma pomposa e alegre canção com todo o costumeiro peso.

Equilibrado?

Sim. Mas a voz de Scott permite que não sejam trabalhos distintos em um único.

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Ouvindo... Stone Temple Pilots: Pop’s Love Suicide

 

 

 

 

Trigésimo Quinto Fonema: Ensaio Dois

Fragmentação


Agora, após as quedas conceituais que andei enfrentando, vejo-me diante de pedaços de minhas questões que precisam ser reordenados.

São importantes fundamentos que eu preciso compor minha existência para que passe a não ser uma simples binaridade, uma simples questão de ser ou não ser.

Então, reorganizando os blocos da reconstrução metódica, verifico a mim mesmo sobre as diversas faces de uma mesma história, e diferentes questionamentos que fiz em cada momento.

Poderia ter evitado crises se aceitasse os fatos como são. Mas não: eu fui o xai da questão. Estes tinham que ter sido feitos.

Agora, resta nestas resoluções subseqüentes conceber fatos de uma maneira mais multivetorial. Usar de toda a amplitude do meu alcance para que a questão numérica, do sexo afetivo e outras diversas que me tomaram tempos e tempos sejam sanadas conforme meu trabalho de reestruturação.

E, também, ajuda levar alguns fundamentos destes todos como verdadeiros e inquestionáveis. Do contrário, permaneço na indecisão que há muito me localizo.

Espero, agora, conduzindo assim, conseguir atribuir final a essa história aparentemente sem fim.


Ouvindo... Ike and Tina Turner: Mississipi