Capítulo Cinquenta e Cinco

Ata Número Três

lightbulb Parte integrante do projeto 27L blog-papel


envelope Osasco, quinta-feira, 1 de março de 2007

Novamente à mesa… Folhas de caderno sendo repassadas, pensamentos voltados às exatidões e às aproximações, mas nunca para as estimativas empíricas: assim são as mesas de matemática.

[Deja Vu… Acho que já vi isso antes.]

Calcular a gradiente da função dualmente variável, uma equação de uma circunferência ou uma elipse, a descoberta de um vetor-motriz… Cada coisa interessantemente cabeluda.

Mas hoje nota-se, numa mesa ao ar livre da faculdade a serietude do assunto: o papo fica restrito à linguagem codificada das expressões, igualdades, derivações e integrações que só a Matemática pode permitir a fazer a mágica necessária para mover visualmente esta a um resultado satisfatório.

No entanto, sempre surge umas punk girls para guinar ânimo à mesa. E então alguém espertamente banca o papel de vigilante do método, com um discurso muito retórico e com pouca base na dialética [que saudades da dialetical professora Marcinha].

E nada a ver, mas do lado da mesa passa um pombinho… Talvez ele queira comer alguma pipoca!


Ouvindo... The Commitments: Mustang Sally

Com este artigo, chegamos aos tempos presentes do Vigésima Sétima Letra em papel.

Publicado por Potingatu

Bacharel e Licenciado em Língua Portuguesa (2010-7), FFLCH / FEUSP. Aspirante-a-mestre-acadêmico não-qualificado em Filología e Estudos do Discurso em L. P. (idem, 2017-8). Pesquisador juramentado diante do MCTI de Marcos Pontes e com préstimos ao 🇧🇷. Sigamos!

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