Entrar em Campo Minado


Época de especulações

O momento para todo cidadão exercente de seus direitos colocar neurônios, paciência e reza braba para saber distinguir o que e como será feito.

E agora?

Suas ruas estão infestadas de cartazes, faixas, buzineiros?

É… Anos pares são sempre assim. Não são, leitores?

Espero que você esteje atento com tudo isso. Eu quero estar [até porque acho que não estou].

Mas isso não é o detalhe. Importante é o que vem a seguir…

Eu não me vendo por balinhas, lixas, réguinhas ou facilitações, por mais tentosas que sejam. Mas queria estar ali, pertinho dos sujeitos, na melhor posição, a que mais inveje qualquer um. A neutra, sem nenhuma influência partidária.

A sorte não me permitiu candidatar-me a um cargo público municipal. Eu queria estar de olho neles, falando deles para vocês, comprando briga por nós… Quando quero ser chato, faço isso com o maior louvor.

Por que isso? Só porque integro um grupo de teatro que opera suas atividades num lugar privilegiado?

Talvez o hipócrita seja eu agora… Mas se for assim para nós acendermos de vez para as necessidades de fiscalização do nosso cenário municipal, tão perto de nós, que assim se faça.

Uma vez, quis me fazer fiscal dos movimentos de um certo Cuia […]. Os conterrâneos da Cidade da Catenária lembram de 50 milhares não-declarados em escândalo. Pena que – a contento daquele – minhas propostas de vigília ficaram no esquecimento – ou não! Posso tirar o atraso agora!

Quem sabe, um dia, o congresso faz RSS de cada um dos seus candidatos. Então, tudo será mais fácil aqui mais longe do sertão…


Ouvindo... Shakira: Whenever, Wherever

Publicado por Potingatu

Bacharel e Licenciado em Língua Portuguesa (2010-7), FFLCH / FEUSP. Aspirante-a-mestre-acadêmico não-qualificado em Filología e Estudos do Discurso em L. P. (idem, 2017-8). Pesquisador juramentado diante do MCTI de Marcos Pontes e com préstimos ao 🇧🇷. Sigamos!

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