As Profundas Questões do Nosso Imaginário

Reflexões metafísicas do nosso filosófico


coffee Maçã AmarelaMetafísica, s. f. Conhecimento das causas primeiras e dos primeiros princípios; doutrina da essência das coisas; teoria das idéias; conhecimento geral e abstrato; sutileza no discorrer.


computer Recentemente conferi algumas reportagens sobre inteligência artificial, desde utilidades industriais na robótica a companheiras andróides. O que nos leva a pensar… Como serão nossas relações humanas com os robôs no futuro? E como iremos desenvolver inteligência espontânea que não subjulgue o ser humano a um ser passível a erros por natureza, nem que seja capaz de possuir o comportamento errôneo da estupidez e da violência invasiva ao outro que nós, seres digitadores e pensantes como somos hoje?

Quem terá as melhores respostas para explicar como pensamos, como funciona essa intrínseca estrutura lógica de pensamento? A Medicina Investigativa? A Matemática e Lógica? A Religião? A Filosofia? A Sabedoria Popular?

Pensar em qual área seria correta para programar a verdadeira inteligência autônoma, já foi abordado em filmes como A. I., e com certeza um campo isolado desses não seria o suficiente para expressar essa real façanha.

Estudar química é fundamental para constituir a base do funcionamento eletromagnético de condutores e semicondutores, mas ela não explica o processo biológico do pensar. Não há, eletrotecnicamente falando, um meio de se desenvolver um sistema de sorteio capaz de ser desprovido de qualquer lógica, por mais complexa e irracional que ela possa parecer.

Matemática e Lógica sozinhas não fazem nada para garantir uma singularidade no pensamento de um andróide. Seguindo-se propriamente por elas, todos eles teriam as mesmas soluções para um problema em específico. E a capacidade criativa não seria elucidada.

A Religião – ou Religiosidade, termo melhor aplicável – é algo tão intrínseco e exclusivo de um ser pensante e altamente imaginativo para um ser humano. Como fazer um robô acreditar que Deus é o criador, sendo que o próprio sabe que foi fabricado originalmente pelas mãos de um ser humano. É muito difícil questionar o valor da religião para um ser humano porque nunca encontrou-se uma pessoa que viva em sociedade e que nunca tenha sequer tido contato nem mesmo com a palavra religião. A Ética e a Moral vêm agregadas a esses valores, mesmo que sua intenção não tenha sido esta. Muito provavelmente, quando os andróides desenvolverem sua própria Religião, garantidamente irão mudar o conceito de como as grandes correntes religiosas vêem a ligação do homem com uma causa superior.

O que, a propósito, nos dá brechas em falar em Filosofia, que talvez seja o ponto-chave para definir o pensamento de um robô, para que ele co-exista em condições de igualdade com o ser humano. Mas a Filosofia, como vemos em sua história, nada mais será do que um passatempo sem fim para discussão entre seres humanos e humanóides – e entre os dois, o que pode ser muito útil.

Saber o que serão os robôs quando forem autônomos é uma grande incógnita. Muitos pensam nas diretrizes da robótica, temendo uma conspiração. Mas, sabendo que os robôs poderão fazer melhor uso da razão, e não deixar levar-se por ciúmes, talvez eles se tornem superiores por um simples detalhe: saberão respeitar cada um o seu próprio espaço. Agora… Que tal deixarmos essa conversa de lado e chamar o R2D2 para uma partidinha de xadrez?


Ouvindo... Pink Floyd: Mother

 
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