Capítulo Quarenta e Um

Ainda em Busca da Vigésima Sétima Letra

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Buscar, v. tr. dir. Tratar de descobrir; procurar; examinar; investigar; ir ter a (alguma parte). (do germ. buska)


Ibiúna, dia de hoje…

Muitas mudanças. Algumas delas, para melhor.

Mas a procura continua. O objetivo está ainda muito latente em minha vida. Essa é uma odisséia que entrou de forma mágica em minha vida. A mesma coisa que Neo desafiar a Matrix, em que, mesmo que um sistema se mostre irredutível em mudar para seu contento, você ainda tenta se debater contra ele. Procura uma nova visão de enxergar o mundo, além de seus desastres naturais e outros inconvenientes para nós, simples seres humanos, que não percebemos a vontade de uma entidade maior que nós – seja a Natureza, para os panteístas; Deus para os teístas; Caos para os ateístas; não importa – e ainda ficamos frustrados por isso.

Será isso por simplesmente acharmos que essa entidade maior irá subjulgar-nos da nossa plena liberdade de escolha?

As pessoas, porventura, não estudaram em Física que para cada ação há uma reação? Isso não se aplicaria aos pensamentos, aos sentimentos, às sensações?

A minha procura pela Vigésima Sétima Letra, nos primórdios, esbarrou nesse estigma. Como livrar-me dele? Fiquei muito parecido com o Autoc do Primeiro Ensaio do 35º Fonema. Perdendo as referências e, depois, reavaliando todos os valores.

E, no final das contas, percebi que a Vigésima Sétima Letra e o Trigésimo Quinto Fonema nem sequer foram alcançados. O maior engano era ter achado que deles dependiam todas as outras coisas. Uma teoria do além-tudo não-numérica. A Nona Revelação Literária…

E então, visto que no passar de uma fase efêmera de Osasco – efêmera, pois há muito que continuar a se relacionar com noventa e cinco por cento daqueles bairros – e no iniciar das minhas sagas pessoais de Ibiúna, os mílque-cheiques, os deparos com a Carina de São Roque e outras figuras carimbadas, reseto todas as hipóteses infundadas da realidade…

Ou não… Talvez, elas sejam revitalizadas (o projeto 27L-papel é um bom exemplo). E então? Será uma nova experiência acerca do Polipolarismo Dialético? Um bipolarismo Retórico da filosofia do praticar? Um invariável Monopolarismo Lógico, em que fará toda a magia da confusão de desfazer em realidade descolorida novamente?

Vamos, então, às cabeças… E descubramos o que está por vir.


Ouvindo... Los Fugitivos: La Rueda (Perreo Radio… Puro Reggaeton… Escuchalo y Perrea!!!!!)

Publicado por Potingatu

Bacharel e Licenciado em Língua Portuguesa (2010-7), FFLCH / FEUSP. Aspirante-a-mestre-acadêmico não-qualificado em Filología e Estudos do Discurso em L. P. (idem, 2017-8). Pesquisador juramentado diante do MCTI de Marcos Pontes e com préstimos ao 🇧🇷. Sigamos!

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