Trigésimo Quinto Fonema

Primeiro Passo: Perder-se!

Todo projeto tem um início [dãr]… Esse aqui, no entanto, não tem objetivo final: ele é muito metamórfico.


smile_secret Tudo começa quando o desencontro das idéias é pertinente. O auto-crítico é bombardeado por crises de impassividades. Seu companheiro, o exo-crítico, se dissipa da face da Terra por alguns dias.

O primeiro então depara-se com o seguinte fato: só conhece a si mesmo, e nada pode fazer a respeito daquilo que lhe é exterior. Lógico, o exo-crítico era o único que podia transformar tudo que não lhe era pertinente e podia modificá-lo, e o exo-crítico era o único acesso das idéias do auto-crítico para transformar tudo ao seu redor.

Um sem o outro são como cargas inertes de qualquer coisa, ou cargas em movimento: a primeira não segue, nem a segunda pára, se não houver força que as modifique. O despertador do sono ilusório toca e amanhece um novo dia de uma forma diferente [Não. Não era o fim do horário de verão]. Todas as crenças, os conceitos, a lógica das idéias… Tudo se perdeu, junto com o exo-crítico.

O auto-crítico, resquício de si mesmo, dividiu todas as suas suposições em tantas partes quanto forem necessárias, para num exemplo Descartesiano, reconstruir-se e até recuperar a existência pensante do que então chamaremos Exoc, para evitar termo muito longo, assim como o Autoc, pelas mesmas razões.

Sugestões para a solução do problema?
Desvencilhar-se do sono ilusório.
Tudo aquilo que fora passado já não tinha mais valor.
Sem conteúdo!

E quase que o Autoc também se extingüiu. Mas a natureza das coisas não permitiria que ambos desaparecessem.

E mil elementos surgiram para desvendar esse mistério…


 Rush: By-Tor and the Snow Dog

Publicado por Potingatu

Bacharel e Licenciado em Língua Portuguesa (2010-7), FFLCH / FEUSP. Aspirante-a-mestre-acadêmico não-qualificado em Filología e Estudos do Discurso em L. P. (idem, 2017-8). Pesquisador juramentado diante do MCTI de Marcos Pontes e com préstimos ao 🇧🇷. Sigamos!

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