Aviso aos Fãs de Plantão

star Publicação simultânea no 35º Fonema e no Brejo do Sapinho


Devido a uma conversa filosófica que tive com um companheiro de atividades artísticas, pensei muito e decidi tornar restrito o acesso ao Brejo do Sapinho.

Não faço isso em detrimento dos leitores deste espaço. Simplesmente, porque desejo valorizar um longo trabalho literário na questão de elemento surpresa – notoriamente, "O Possante Suco de Tangerina" – e, aberto à internet, corro o risco de perder a referência sobre o trabalho desenvolvido, de uma forma que ele ganhe outras características das quais não tenha tomado conhecimento, ou que direitos de propriedade intelectual sejam feridos.

Concordo, sim, que isso é uma atitude egoísta. Mas convém ressaltar que o trabalho, quando o concebi pela primeira vez, não esperava dar a ele uma extensão nem um conceito do qual ele se tornou hoje e irá se concretizar em breve. Era para ser um conto baseado em experiências próprias; acabou por se tornar em um mini-livro que investiga o consciente de um grupo de pessoas pelo mundo de idéias que muitas vezes é ignorado por muitos, estudado por alguns, mas entendido em plenitude por raros. Conclui-se de que já não trata mais de uma autobiografia de um momento – embora hajam alguns minúsculos elementos comuns entre essa história e fatos presenciados na própria pele.

Assim sendo, como há uma intenção em transmitir mensagens a respeito de reconsiderar ideologias a partir dos fatos que são presenciados, pretendo, dentro das possibilidades, publicar "O Possante…" como mini-livro. Não por almejar prêmios; não por simplesmente ganhar dinheiro; não por popularizar-me pelo meu trabalho… Há, sim, a necessidade de obter uma modesta renda – temos o direito – , mas o prazer em escrever deve vir em primeiro lugar. E, como disse meu companheiro de filosofias do dia presente (modificando as palavras mas mantendo a idéia): "O fator de muito escrever alega a necessidade de valorizar a publicação."

No entanto, ainda terei no 35º Fonema o canal aberto para comunicar-me com o mundo e dizer o que é necessário dizer, seja em pequenos contos, filosofias e outras bugigangas literárias.

Àqueles que não puderam saborear os trabalhos do "O Possante…", estarei em breve preparando um resumo com pontos-chave da história. Confiram também materiais, em breve, sobre Karta Citina, Trigésimo Quinto Fonema e outros trabalhos pertinentes ao conceito filosófico da idéia.

E para aqueles que ainda puderem acompanhar os trabalhos no Brejo do Sapinho, sintam-se agraciados, pois fazem parte do seleto grupo de amigos e pessoas que tem a permissão de acompanharem os passos de trabalhos mais direcionados.


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O Editor

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Aviso aos Fãs de Plantão

star Publicação simultânea no 35º Fonema e no Brejo do Sapinho


Devido a uma conversa filosófica que tive com um companheiro de atividades artísticas, pensei muito e decidi tornar restrito o acesso ao Brejo do Sapinho.

Não faço isso em detrimento dos leitores deste espaço. Simplesmente, porque desejo valorizar um longo trabalho literário na questão de elemento surpresa – notoriamente, "O Possante Suco de Tangerina" – e, aberto à internet, corro o risco de perder a referência sobre o trabalho desenvolvido, de uma forma que ele ganhe outras características das quais não tenha tomado conhecimento, ou que direitos de propriedade intelectual sejam feridos.

Concordo, sim, que isso é uma atitude egoísta. Mas convém ressaltar que o trabalho, quando o concebi pela primeira vez, não esperava dar a ele uma extensão nem um conceito do qual ele se tornou hoje e irá se concretizar em breve. Era para ser um conto baseado em experiências próprias; acabou por se tornar em um mini-livro que investiga o consciente de um grupo de pessoas pelo mundo de idéias que muitas vezes é ignorado por muitos, estudado por alguns, mas entendido em plenitude por raros. Conclui-se de que já não trata mais de uma autobiografia de um momento – embora hajam alguns minúsculos elementos comuns entre essa história e fatos presenciados na própria pele.

Assim sendo, como há uma intenção em transmitir mensagens a respeito de reconsiderar ideologias a partir dos fatos que são presenciados, pretendo, dentro das possibilidades, publicar "O Possante…" como mini-livro. Não por almejar prêmios; não por simplesmente ganhar dinheiro; não por popularizar-me pelo meu trabalho… Há, sim, a necessidade de obter uma modesta renda – temos o direito – , mas o prazer em escrever deve vir em primeiro lugar. E, como disse meu companheiro de filosofias do dia presente (modificando as palavras mas mantendo a idéia): "O fator de muito escrever alega a necessidade de valorizar a publicação."

No entanto, ainda terei no 35º Fonema o canal aberto para comunicar-me com o mundo e dizer o que é necessário dizer, seja em pequenos contos, filosofias e outras bugigangas literárias.

Àqueles que não puderam saborear os trabalhos do "O Possante…", estarei em breve preparando um resumo com pontos-chave da história. Confiram também materiais, em breve, sobre Karta Citina, Trigésimo Quinto Fonema e outros trabalhos pertinentes ao conceito filosófico da idéia.

E para aqueles que ainda puderem acompanhar os trabalhos no Brejo do Sapinho, sintam-se agraciados, pois fazem parte do seleto grupo de amigos e pessoas que tem a permissão de acompanharem os passos de trabalhos mais direcionados.


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O Editor

Trigésimo Quinto Fonema

Procura-se um simbolismo

Depois da letargia, vem sempre a recomposição


smile_confused O Autoc então procura começar a se reorganizar, frente à sua nova realidade. Mas como?

Teria então que se desfazer dos mais ortodoxos e clássicos valores. Não por que eles eram mais incorretos, mentirosos ou impugnantes… Apenas porque eles já não tinham identidade com ele. Ambos eram insolúveis, sem intimidade. Permanecer ligado a eles seria uma relação formalizada de cumplicidade, para satisfazer a vontade de outrem, coisa que o Exoc não o permitiria fazer.

Lembrava sempre das palavras do então discreto, conciso e sábio complemento de si mesmo:

As verdades nunca são eternas, pois
a Verdade Absoluta e Trivial
sempre as modifica de acordo com as necessidades do presente,
os erros do passado,
e as boas expectativas do futuro.

E, conforme essa afirmativa, partindo desse princípio, buscou desintegrar o carro-chefe de sua conduta.

Precisava de uma nova ética filosófica de ação. Os colarinhos ajustados do mundo que o cercava; os sapatos engraxados, sempre iguais em cores, formatos, tamanhos; as pastas cheias de números e inexistências físicas da economia; e, finalmente, as representações não-físicas-existenciais que guiam-lhe por dentro: nada lhe prestara mais.

Liberdade? Não considerava! Consolo? Não lhe promovia! Precisava de uma referência.

E cada vez mais que procurava, tinha a certeza de que era um bom negócio desvencilhar-se do trivial velho para um admirável conceito novo.


Nota musical Aerosmith: Mama Kin

Prepare-se para os momentos finais em "O Possante Suco de Tangerina", no Brejo do Sapinho.

Trigésimo Quinto Fonema

Primeiro Passo: Perder-se!

Todo projeto tem um início [dãr]… Esse aqui, no entanto, não tem objetivo final: ele é muito metamórfico.


smile_secret Tudo começa quando o desencontro das idéias é pertinente. O auto-crítico é bombardeado por crises de impassividades. Seu companheiro, o exo-crítico, se dissipa da face da Terra por alguns dias.

O primeiro então depara-se com o seguinte fato: só conhece a si mesmo, e nada pode fazer a respeito daquilo que lhe é exterior. Lógico, o exo-crítico era o único que podia transformar tudo que não lhe era pertinente e podia modificá-lo, e o exo-crítico era o único acesso das idéias do auto-crítico para transformar tudo ao seu redor.

Um sem o outro são como cargas inertes de qualquer coisa, ou cargas em movimento: a primeira não segue, nem a segunda pára, se não houver força que as modifique. O despertador do sono ilusório toca e amanhece um novo dia de uma forma diferente [Não. Não era o fim do horário de verão]. Todas as crenças, os conceitos, a lógica das idéias… Tudo se perdeu, junto com o exo-crítico.

O auto-crítico, resquício de si mesmo, dividiu todas as suas suposições em tantas partes quanto forem necessárias, para num exemplo Descartesiano, reconstruir-se e até recuperar a existência pensante do que então chamaremos Exoc, para evitar termo muito longo, assim como o Autoc, pelas mesmas razões.

Sugestões para a solução do problema?
Desvencilhar-se do sono ilusório.
Tudo aquilo que fora passado já não tinha mais valor.
Sem conteúdo!

E quase que o Autoc também se extingüiu. Mas a natureza das coisas não permitiria que ambos desaparecessem.

E mil elementos surgiram para desvendar esse mistério…


 Rush: By-Tor and the Snow Dog