Protegido: OPST Três: Trabalho Duro nas Vésperas

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O Ano Sem Fim

Escrito por Ronald Anthony


Existem diversos livros de romance pelo mercado, muitos deles acabam no velho esquema "amor não correspondido", outros no conceito americano-juvenil do "felizes para sempre". Nessa regularidade, há um livro lido por mim há algum tempo chamado E O Céu Se Fez, de LaVyrle Spencer, o qual não é nosso interesse aqui hoje, mas citei a exemplo de demonstração de livros que recaem nessas fórmulas que considero batidas. O que não é o caso do nosso livro em questão.

O Ano Sem Fim retrata a história de uma relação entre pai e filho. Após um descuido acidental que quase pôs em perigo Mickey Sienna em sua casa, seu filho Jesse o acolhera em sua casa. Jesse Sienna, tendo em seu histórico relacionamentos finados, namorava Marina há algum tempo, num relacionamento pouco comprometido com o futuro. O pai decide compartilhar com o filho uma história de um relacionamento do seu tempo de mocidade. Jesse, mesmo sendo jornalista freelance e, nesse período de tempo, recebendo propostas de trabalho convenientes, não consegue captar o espírito dessa história, quase que deixando-a se perder.

Isso é o que posso contar… O resto, recomendo a leitura.


Qual o diferencial?

A obra de Ronald Anthony não cai, como já foi dito, em um final-comum das histórias do gênero. O relacionamento de Mickey retratado ao filho encerra-se numa ocasião pouco romântica, algo que, como podemos dizer casual, sem nenhum charme de amor platônico. Algo que chama a atenção de Jesse para fortalecer seu relacionamento com Marina.

Estruturalmente, a história tem dois momentos que se intercalam: o primeiro é um diálogo em primeira pessoa do Jesse; o segundo possui um formato mais jornalístico, com um aspecto mais onisciente dos lugares, atos e eventos apresentados.


Avaliação

starstarstarstar e 1/2


music_note Van Halen: When It’s Love

Sei o quanto vocês ficaram ávidos por uma publicação neste blógue: eis então um pôste para o mês.

Acompanhem em breve, no Brejo do Sapinho, a continuação do conto O Possante Suco De Tangerina.

Momento Poesia

Alvas, Áureas Belezas ou Poemas de um Tempo de Ikebana no. 1 (com Versos Livres Complementares)


Água do mar, flores em Terra
Conheci-as sem me expressar
Helen Sully, Lení, Tyna e Maryeva
Luzes de Sol, em clarão de luar

O que se vê não se conta:
Avança, segue, recua e desconta

Perfazem rara beleza
Apresentam-se noutro lugar
Concedem vivência, considerar
Sendo especiais, nenhuma frieza

Segue a cena, fecha cortina,
Marca, vira, atua e combina

Trazem em si aroma indecifrável
Inigualável, mostra-se distinto
Pareço como num animal, o instinto
Reparo nelas um igual toque divino

Idéias a mil, paranóias concebidas
Gostos, preferências, jantares e bebidas

Sempre presentes, irreverentes
Confinadas sob própria vontade
Beldades em Terra, presentes
Beleza e doçura, revelam verdade

Ganha-se o dia, compensa a noite,
Avalia, acena, aceita: conte!

Helen Sully, de encargos em demasia,
Alva, demonstra profunda menção:
Olhar lascivo, aflita em seu coração,
Meticulosamente, infringe em lânguida alegria

Faça-se presente aquele que represente,
Sem artimanhas, mostre o que sente

Lení! Quase que te esqueci!
Da sua doçura alva,
Que por nenhuma outra vi,
Em corpo, sangue, espírito e alma

Idos e vindos, descrevem caminhos,
Rotas, retornos, alambiques de vinhos

De áurea coroada, lembra-me Tyna
Presença focada, discretude sutil,
Comportamento refinado, responsabilidade feita à senil
Em corpo jovem, olhar azul-piscina

Entrépido, esguio, faço entendido
O que antes não presenciava, agora havia visto

E, também, não deixemos de lado a beleza singela,
Da divertida e estonteante Maryeva,
Que, não obstante, sendo a mais novata,
Faz sua presença, assombra, devassa!

Seis, sete, dez horas, um dia passado,
Descanso ao Sol, numa rede de trançado

São as quatro, estonteantes e belas,
Refazem-se ao vento, desinibidas,
Com seu cartão de visitas, brancas e amarelas,
Define-se a beleza, dela faz-se entendida

Controla-se o vento, balbucia o mar,
Aonde quer que se vá, irá sempre encontrar

Entretanto, se exposta, presença latente,
Perto de um jardim, à frente dum arbusto,
Nota-se o tempo, valor absoluto,
Suas vidas curtas minguam, não são para sempre

Reverencia, se adora, instiga, se duvida,
A ausência que se demora, intriga que se justifica

Helen Sully e Lení, em amplitude,
Não obstante, contudo, entretanto,
Fervorosamente vêem sua finitude,
Iminente… Mas… Quando?

Em desuso, obstinado, persistente,
Obtuso, prevaricado, aquilo que se consente

Questionado, demoro-me a notar
Que Tyna e Maryeva, dispostas a acompanhar,
Todas as quatro, combalidas em união,
Exauridas despencam, num olhar constante ao chão

Ódio, amor, ciúme ou compreensão:
Coisas distintas, presentes no mesmo coração

Enfim, sagaz, foram quatro belezas,
Beldades na Terra; no Mar, às profundezas,
Maryeva, Tyna, Lení e Helen Sully,
Onde quisera encontrar, mesmo que as procure.

Retrocede, paralisa, adentra e contabiliza:
O que se põe no ouvido, despercebe a vista!

envelope Transcrito entre 8 e 19 de setembro de 2007, no tempo de duração de um arranjo de Ikebana.


music_note Limp Bizkit: My Way

Esperem pelos próximos feitos…

Trabalhos em Andamento

Os Projetos Artísticos em Curso


"Estou em uma época em que devo aproveitar que minha mente desenvolve uma série de idéias. Uma delas, que já vinha sendo planejada desde quando o projeto Vigésimo Sétimo Fonema (que, já adiantando, terá logo uma finalização) se chamava A Nona Revelação, está ao deleite dos nossos leitores: capítulos do conto O Possante Suco de Tangerina, baseado em fatos e experimentações reais – ou dizendo em termos mais diretos, pessoais – Para saber mais a respeito, fiquem ligados: estou preparando na cabeça a seqüência dessa saga pelo universo das sensações e de como vislumbrar o mundo ao nosso redor.

Junto com este, estou desenvolvendo dia-a-dia um poema cujo comprimento acompanhará um evento bem inusitado: a duração de uma . De acordo com o senso comum, ele irá se estender em cerca de quinze estrofes (uma para cada dia de duração do ornamento).

Estes são os pessoais, sem contar o projeto em grupo da participação em um experimental: Lisístrata ou A Greve dos Sexos que, correndo nos conformes, será apresentado ao público no fim deste ano, em Osasco.

Fiquem atentos para novidades literárias: estou preparando uma resenha do livro que estou lendo – O Ano Sem Fim – que está catalogado na lista das Explorações Literárias à direita deste espaço, na página inicial.

E também fiquem ligados nas próximas atualizações. Até breve!"


music_note Bob Dylan: Tombstone Blues

Meus Indicados ao BlogDay2007

É uma bomba-relógio que disparou nas minhas mãos nos últimos minutos…

Fiquei sabendo do evento nos últimos dias, e quero fazer parte dele, fazendo um voto de confiança em alguns dos blógues que construíram a minha empreitada neste mundo.

E, sem muito blá-blá-blá, vou às indicações…


Suburbia Tales (http://www.suburbiatales.com.br ou futuramente em http://suburbiatales.blogspot.com)

Foi um dos blógues que deram incentivo para que eu entrasse nesse mundo. Embora o conheça há algum tempo, decidi fazer uma homenagem “póstuma” a ele, já que ele está encerrando suas atividades e ficará em arquivo…


Patrícia Schwab (http://patriciaschwab.spaces.live.com)

Dentre os raros blógues que encontrei nesse serviço munidos de texto, este conta com um bom senso de humor, seja com enxertos de texto de outros autores ou composições próprias. Deste serviço eu recomendo!


Pink FreuD (http://www.pinkfreud.blogger.com.br)

Já tomou biltreto de burritius? Eu sim, misturado a um pouquinho de monóxido de 2-hidrogênio/ácido hidróxido… Era uma receita psicossomática recheada de humor da respeitosa Loreleine que me geriu vários sintomas controversos…


Projeto Águra (Registrada) (http://agura.blog.terra.com.br)

Poemas consertistas, críticas desestruturalistas, e um arrebatador e indecifrável ponto de vista que, confessemos, certas vezes esbarram no absurdo, certas vezes atingem um ponto vital do assunto.


Beta Paschoalinoto (http://teoriaescrota.blogspot.com)

Embora possam existir pontos de vista disruptos, a psicoanálise deste blógue pode estar digna de um profissional.


Para quem quiser saber o que é o BlogDay é só apontar no línque a seguir:

http://www.blogday.org

Boa noite a todos… Enfim consegui desarmar a bomba-relógio em tempo…


Technorati Tags:

music_note Foo Fighters: Learn To Fly