Capítulo Trinta e Três

Positivismo no Coração

 Uma discussão pertencente ao projeto 27F blog-papel; quando um matemático ‘peneira’ uma mesa de historiadores…


Positivismo, s. m. Sistema filosófico fundado por Augusto Comte e que, banindo as noções a priori e os conceitos universais e absolutos, só admite o método experimental; a religião fundada por Augusto Comte; (p. ext.) modo de encarar a vida pelo lado prático; a vida prática. (de positivo.)


A referência de quem era alvo das conversas descritas nesse dia era o sujeitinho fundador da tese que leva o nome em questão… Mas meu parecer frente a tudo isso não tinha nenhum elemento positivista.

 Osasco, sexta-feira, 1 de setembro de 2006

"O que é essa essência em nosso Mundo?

Será que, como seres errantes, temos jeito m nos ajeitarmos em nossas idéias? [explícita auto-referência]

Uma pomba passeia entre nós…
Uma latinha, um canudo e um papel…
Uma mesa redonda; cheia de historiadores e filósofos… deseja-se algo melhor?

Falta sentir a integração… a participação ativa, o entrosamento, constituir-se, iludir-se, negar-se, abster-se. O auto-aborto de idéias pré-conceituais é conciso, mas tem de se fazer tais atos com cautela, afinal há um macrossistema multissistemático que repreende qualquer acto de subterfúgio que, a princípio, clameja ser liberto. [em palavras menos filosóficas, nao se pode abandonar velhas idéias em função das novas sem uma análise minunciosa]

Mas, então, vem o asterisco e pontua tudo o que há em sua volta com pequenas observações.

Precisamos despontuar os asteriscos [grande discurso desestruturalista].

Leis Orgânicas seriam a solução para nossos prolemas de conjecturas improváveis?

Sei lá… [e admitindo a própria impotência filosófica] eu é que faço as perguntas… nem sempre procuro as respostas… Acabo abrindo  interrogações. Quem irá fechá-las?

Mais uma vez, afirmo: jamais será eu o línque de perguntas desconexas [tentando, sem querer, criar uma defasagem da auto-referência].

Somente afirmo uma coisa básica: não podemos desprezar o valor (ou a falta de valor) dos zeros. Afinal, se não fosse por eles, não saberíamos a extensão desta tão maravilhosa ciência que é a Matemática.

E lá vou eu repontuar novamente os asteriscos… [esse trecho era uma continuação escrita no dia sete do mês em questão; na hora estava em casa, ouvindo o rádio]

 Paralamas do Sucesso: De Perto

Estranho dizer que para mim o único nó entre tantas coisas seja a música, e ela é a expressão mais sublime, que concatena Humanas e Exatas, às bases da Lógica.

E me disseram que isso aí do lado [uma inscrição em japonês que tinha, na ordem, como que um homem saltando um bonsai, uma janela e uma linha horizontal] significa Amor. Quem disse isso foi uma amiga, ‘ermã’ e madrinha chamada Márcia.

E falndo nas Marcinhas, estou com saudades de, pelo menos, três delas.

Uma das mais interessantes é a Márcia de Geometria. Esta é uma das mais divertidas professoras que tive nos últimos tempos… despojada, alegre, divertidamente ameaçadora e, por que não dizer, bonita… posso contar nos dedos a quantidade de lindas professoras que tive em meus pouco mais que doze anos de vida escolar.

Como dizia, esta querida professora está dando a mim a maior força para superar o meu problema de dualidade. Qual seja ele? Sei lá… é difícil de explicá-lo.

Imagino que a Bárbara Svenska viva [vivia] este problema recentemente de dualismo de idéias… Normalmente quando ela não o vive [o problema], ela ‘puxa conversa’ com todo mundo, seja de carne e osso, seja de bytes e pixels [e todos de bom espírito], e esbanja a falar de tudo, com um linguajar próprio dela, sem as reduções e esdruxulices que infetaram a internet, o que confere a esta amiga de muitos uma marca indescritível, inconfundivelmente irreversível e intransferível: não há quem a possa falsificá-la, assim como eu.

Tá… e o que isso tem a ver com o positivismo? [caindo em contradição, finalmente] Ora, e muito!!! Vivemos em um mundo cuja situação está cada vez mais complicada, embora acredito que a tal da mídia anda potencializando os efeitos da violência em nosso cotidiano.

Tenho a sorte de não ter presenciado algo tão desagradável em minha vida, e queira Deus que eu não encare nunca. Pena que outras pessoas não tenham a mesma sorte que a minha… Um voto de auxílio para essas pessoas…

Portanto, fica a mensagem para os nossos dias [nada combinando com o conceito filosófico]: ‘Sejamos positivistas conosco mesmos, e tudo nos correrá às mil maravilhas. Sejamos positivistas com os outros, e tudo se dará aos milhares.’"


Ouvindo agora:

 Queen: Bohemian Rhapsody

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s