Resposta a um Manifesto

Carta para Bárbara Svenska


"Antes de mais nada, querida Bábi, li seu manifesto bem antes do que você imaginava, e você permitiu que eu publicasse um pouco de sua vida (nós conversamos a respeito disso via e-mail, meio de comunicação tradicional da internet), assim como publico os assuntos pertinentes à minha realidade, seja ela filosófica, pessoal ou de qualquer outro gênero.

O cãozinho acuado e coitado a que me referi do seu antigo consorte (termo que você diz e eu conheço muito bem também) era uma figura de linguagem, afinal, se você diz que ele não merece crédito, eu acredito. Pelo que te conheço, você jamais faria brincadeira com aquele a quem você está no momento com intenções maléovolas [hmmm… é assim que se diz???].

Momento cultura num reservado a seguir:


Coitado. adj. Digno de ; desgraçado; infeliz.


Como você pode ver, querida, usei as palavras no sentido correto da figuração de linguagem.

No mais, peço desculpas se você ficou mal-dita pela minha conduta de responsabilizá-la por tal atitude tomada com o Omar. Afinal, conto que fiz o mesmo em um momento de minha vida com uma garota. Mas isso é assunto particular, e as ocasiões não competem que tal ocorrência seja dita publicamente.

Mas, sobretudo, que fique tudo esclarecido querida Svenska, e que seus comentários e manifestos sejam sempre bem vindos."


Eu não lembro do que ouvia quando li o manifesto da Bárbara, mas o que estou ouvindo agora:

 DJ Blass: Daddy Yankee and Nicky Jam (Perreo Radio)

Publicado por Potingatu

Bacharel e Licenciado em Língua Portuguesa (2010-7), FFLCH / FEUSP. Aspirante-a-mestre-acadêmico não-qualificado em Filología e Estudos do Discurso em L. P. (idem, 2017-8). Pesquisador juramentado diante do MCTI de Marcos Pontes e com préstimos ao 🇧🇷. Sigamos!

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