O Vigésimo Sétimo Fonema: Vinte e Oito

Uma Razão para o Projeto


"Por que ‘O Vigésimo Sétimo Fonema’? Parece-me conveniente explicá-lo hoje…

Em Julho do ano passado, deduzi uma das teorias atônitas e descabidas que, quando tornamo-nos à realidade, vemos que são furadas. Ela tem a ver com a tabelinha que montarei a seguir.


1 2 3 4 5 6 7 8 9
A B C D E F G H I
J K L M N O P Q R
S T U V W X Y Z ?


Pois bem, achava que para cada letra correspondia um número, conjunto da soma dos números da sua ordem no alfabeto. Assim, como exemplo, jota é a décima letra, então 1+0=1. Daí não haver zero nesta lista. Era como se fizesse a numerologia das letras.

Se fosse só isso… mas cismei com tal tabela que acreditava que invertendo a ordem numérica e adicionando um ‘código de complemento’, criaria uma ‘chave-mestra’ quebra-senhas, o qual nunca testei. Acreditando ser um segredo de Estado, passei a me atuar de maneira estranha na preservação dessa teoria de ‘domínio internético’… quanta bobagem que me rendeu algo parecido com meu Chuqueberrismo, cujo sintomas não são nada agradáveis aos olhos de quem não compreende tais simbolismos.

Essa foi a parte clínica-realística do motivo de surgir esse projeto literário. Agora vem o motivo idealístico-poético.

Sabemos que há vinte e seis letras no nosso alfabeto romano, e cada uma correspondia a uma casa numerológica, formando uma tríade completa… até a casa oito. Na casa nove, faltava uma letra que completasse a tríade. Ficou então um ponto de interrogação neste espaço.

Completar com o quê então? Poeticamente, há uma letra do alfabeto grego que simboliza o número áureo, e como mênção de bom matemático que pretendo ser, achei o ‘phi’ a melhor escolha para preencher essa lacuna. E qual seria sua pronúncia? Algo engasgado tipo um assobio arredio e abafado. Daí ser esse assobio ‘ph(…)’ o Vigésimo Sétimo.

No entanto, confundi letra com fonema, e o ‘phi’ ‘phicaria’ [quanto senso de humor…] na realidade, em outra posição na inscrição dos fonemas que talvez não seria a vigésima sétima.

Mas, no fim das contas, o nome pessoalmente acabou pegando, e a idéia poética permanecendo."


Sobre os Vigésimos Sétimos

 Projeto integração OVSF papel-blog


"Citações incríveis são feitas em épocas em que estamos altos, de tal maneira que atingem um ápice filosófico na composição de idéias soltas, assim como as inscritas neste ato de abertura dessa entrada.

Osasco, terça-feira, 22 de agosto de 2006

Nascem essas pessoas, com pretensões tão absurdas. Planos irrealizados, acumulando ao longo do tempo. Idéias permeantes e permanentes sob seus cérebros, cogitando-o para uma ou outra opinião. Em suma, são decisões bipolares que custam muito sobre tais espíritos coitados, que na conjuntura das idéias subdividem seus ‘eus interiores’ e os estarrecem numa deflagrada situação que, pertinentemente não lhe é resolvida. [Alguém aí entendeu alguma coisa? Pois eu mesmo nem lembro mais o que significa.]

‘Tipo aquela russo-húngara chamada Bárbara Svenska. Nasceu modestamente na Cidade D’Itália [isso faz uma pressão grande para se escrever], viveu naturalmente até aos idos dos seus quinze anos, quando um pungido e sinistro americo-lusitano, filho de ciganos, chamado de Omar Neshkar, compareceu sem cartão de visitas em sua vida. Ela, Bárbara [saca só a figura de linguagem nesse adendo], sentiu-se lisonjeada perante tal incurso em sua vida. Já não dormia, levantava-se e ficava de pé por diversos momentos, e estes não passavam.

A marcha do tempo de um relógio é implacável.

Barbaramente, ela guinou sua vida de novo, ao saber que seu ibero-americano Omar estava na turvidez de seu pensamento, confuso, distraído e retraído, feito cachorro – coitado – acuado. O mais interessante? Foi a própria srta. Svenska que o deixou assim…

Anos após, ela decidiu mudar suas metas: decidiu perseguir, sadiamente, um legítimo hispânico (…)’ [e essa história vai longe…]

[Vem então, um questionamento pessoal…] O que seria, portanto, essa nova Ordem mundial? O princípio? O fim? Os meios que se justificam-se?

Não, não!!! Tudo errado… Começamos do zero novamente, então.

Pra que mudar? Pra deixar tudo confuso de novo, amigo leitor? Não se preocupe: você não está sozinho… Eu estou contigo."


 Eagles: Desperado

E a seguir, uma imagem mais nítida daquele companheiro observador, o Wishbone.

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