O Vigésimo Sétimo Fonema: Vinte e Sete

A Vigésima Sétima Realidade


"A Vida sempre tem desses desencontros. Dias passados, enquanto pensava no que diagnosticar nesse espaço, vem-me uma ligação do curso de teatro, dando-me uma chance que sequer imaginava ter tão cedo para fazê-lo. Talvez o meu personagem palhaço-empresário de cunho crítico-sociológico não foi tão bem recebido – ou foi muito bem recebido pela platéia em teste – para apreciação do professor de artes ali em avaliação dos alunos.

Sem falar que fui pego para Cristo, e isso se transformou numa alcunha bem significativa para o professor que ali acolheu os alunos de uma maneira tão positivista que muitos estão tendendo a desistir.

Também viramos filósofos de botequim, num conceito de materialismo dialético, coisa não tão nova no âmbito filosófico [coisa na qual estou devidamente por um tempo afastado, pelo menos na crítica desse espaço] já praticada por Karl Marx e que consiste num confronto de idéias que forçam a uma síntese, não idealista mas, sim, realista, condizente com o que pode ser facilmente praticado.

E exercícios de cooperação mútua, diversos! Não aqueles que mistificam o teatro, mas aqueles que o tornam centro de atenção coletiva e de auto-conhecimento, de trabalho de transgresso objetivo-subjetivo no quesito de autonomia de vida e de consciência do domínio peculiar da tal. Enfim coisas do tipo.

Objetivo? Talvez nada mais do que um hobby… Não há grandes aspirações de se tornar um ator conhecido, mas sim ser um agente mais concreto, talvez dentro desse meu grande projeto ‘Vigésimo Sétimo’, cuja referência pioneira em meus conceitos seja aquilo em que busco, não propriamente as respostas para algumas das perguntas clichês de todo ser humano, mas alguns princípios norteadores que possam caracterizar como indivíduo… Tudo bem, talvez esse grande projeto tenha algumas aspirações de livro de memórias metafísicas, surreais e realísticas, como muito do que faço. Afinal, querer se identificar é inerente de todos, independentemente de qualquer fator psicológico ou biológico de cada um. Como diriam os entendidos, ‘Viva as diferenças!’, pois igualdade, só de direitos…

Mas isso não é uma discussão inerente para esse diário, cabendo mais às maçãs amarelas…"


 Grateful Dead: Truckin’

Bárbara Dialoga: Dois

Ela está no ‘idea’

Bárbara K. Svenska


"E como sempre, com a permissão do meu chefinho [cara Bábi, não sou tão imperativo assim], tenho meu espaço dentro do espaço dele. O poderoso disse que eu poderia abrir um consultório de blogueiro geral aqui neste espaço, mas poucos amigos propõem coisas pra discutir. Só os velhos casos de ‘Querida Bárbara, meu namorado terminou comigo por que (…)’. Confesso que contar comigo nesses casos será tempo perdido, visto que minha relação com o ‘O-Mal’ foi uma das mais estranhas possível. Sorte que acabei com isso a tempo.

Eu gosto muito das filosofias de existência e co-existência [não há coexistência no que eu digo. Só um idealismo existencial] do poderoso chefinho. Mas não quero que isto seja um portal de dúvidas ‘filós’. Quero discutir coisas como ‘vi uma barata andando sobre um cachorro, o que isto significa, glamourosa Bárbara?’ [eu diria em seu lugar, pare de beber ou mentalizar sobre a existência de animais domadores] e dizer ‘O que você se sente com isso? Está constrangida? Posso consultar seu horóscopo?’ e declarar de uma maneira mais estilosa que ela está pirada, fazendo com que ela saia desta vida chafundarda de esquizofrenias [ou Chuqueberrrismos não-musicais], mas com um significativo sorriso no rosto.

Para terminar, quero deixar saliente ao nosso público que não sou formada ou especializada em qualquer assunto que seja, não respondo dúvidas sobre N’sync porque os odeio [garota de atitude!!!] e não esclareço sobre técnicas de atuação nos palcos da vida, feito artista popular.

Sou grata pela compreensão de vocês, Comunidade Internética. Abraços aos amigos. São os votos da guria aqui."


O Poderoso Chefinho e editor aqui está ouvindo…

 Elton John: Island Girl

O Vigésimo Sétimo Fonema: Vinte e Seis

Meu Objetivo É "FIEO"

Uma releitura dos escritos no ‘O Vigésimo Sétimo Fonema’ de papel


Osasco, segunda-feira, 14 de Agosto de 2006

"Dias antes, estava eu na pendura do meu Chuqueberrismo. A implicação com a Filosofia era tão inerente que fazia com que meu mundo desabasse sobre um significado fictício do que era a realidade.

Tomei as pílulas de lucen matinais, recomendadas pela Loreleine Botelhos, indicada por mim por uma ente imaterial designada Sandreanne Karionne. Ela era como que a fusão da consciência com a Ciência, agradável em seu dialogar, tanto quanto nossa amiga Bárbara Svenska. Saí enveredado numa simples viagem para confirmação do meu diagnóstico musical, e para uma sugestão de como contê-la, que junto com minha implicação Aquinesca rendia num estado zen de transposição dimensional. Era como usar LSD, só que não usando [afinal, ainda havia um resquício de reconhecer a realidade dos entorpecentes] e vendo as coisas num belo caleidoscópio, tipo um outdoor colorido que eu viria por essas épocas descritas.

Estava acompanhado, por uma prevenção de que meu simples Chuqueberrismo não se convertesse em lapso espaço-temporal, mas o acompanhante [real, visível e palpável] esqueceu seu documentos. E eu decidi ir para o mundo da minha faculdade, a esperá-lo a recuperar seus documentos, no caminho de volta. Lá a minha implicação com Tomás de Aquino tornou-se mais curiosa, pois dias seguintes, gostaria de conhecer suas idéias, o que, ao conhecê-las, me decepcionei profundamente, pois suas implicações eram parciais no seu campo filosófico. Mais tarde, decidiria estudar Kant. Mas isso não vem ao caso.

Indo à matricial e confusa fonte financeira nacional, que é São Paulo, e a uma Universidade [A Universidade], a um local que parece um daqueles centros americanos de estudos secretos, mas que nada mais são que a Faculdade de Medicina da USP, começa minha empreitada para convencer a doutora que minha crise distorsória é uma coisa sazonal à qual ocorrera comigo, muito antes de até eu criar o já findado ‘Núncia de Blogs e que não é pertinente todo o tempo. Mas eu queria mais dela, coisa bonita com seus cabelos cacheados e na qual repousou a imagem da Sandreanne, tamanha era sua virtuosidade. Queria uma mensagem dela a colocar neste artigo do meu ‘O Vigésimo Sétimo Fonema’, só que isso foi interpretado por mim como algo necessário para vencer um ente invisível que tomava forma no meu Chuqueberrismo contido com pílulas de lucen, assim como outras suposições que teria em questão de meio mês passado da data e de um mês após a mesma data, como acreditar que num passe de mágica sairia desse meu cantinho, ora desprezível ora conveniente de minha Cidade D’Itália.

E para comprovar que estava necessitando de assistência, achava que por esses dias a palavra de ordem era Ética… mas, pensando bem, por que não poderia ser?"


Como é bom, após um pequeno recesso, ter idéias novas para diagramar neste espaço.

Esta entrada dá início ao projeto "Integração – Vigésimo Sétimo Fonema"

 Spice Girls: Who Do You Think You Are