O Vigésimo Sétimo Fonema: Dezesseis

Meditando profundamente sobre as expúmias epopéias da vida


"Há uma sujeira em minha calça…

E ficamos a meditar: como e o quê significa as sujeiras em nossa vida? Afinal de contas, elas procuram nos sinalizar que algo de importante há de acontecer conosco, seja de um bom aprendizado, ou de um aprendizado um pouco indigesto.

Posso exemplificar pelo pano de pelúcia que virou o sapo peludo que está sobre minha cabeça, observando toda a movimentação que há em meu quarto… poderia ser um limpador-flanela de estacionamento de luxo, ou um carpete de porta de banheiro a amaciar as chinelas e de enxugá-las da água ensaboada da bucha e do sabonete.

Mas não… o pedaço de pelúcia felizmente não é utilizado para esses fins, , afinal é um tecido tão afofado, que dá vontade de transformar no próximo travesseiro que for arranjar para meus sonos dogmáticos sem dogmas da tarde e noturnos.

E o que as sujeiras tem a ver com isso tudo? Simplesmente, nosso contato com elas… velas estão por toda parte, mas elas tem preferências por agrudar-se em coisas vivas [n. e.: orgânicas] pois que nos ensinam a aprender que com o descuido com nossa índole, acabamos por, talvez, sujá-la com a impropriedade do convencimento de que não precisamos nos avaliar de nossas atitudes [isso refere-se, na verdade, com as sujeiras psicológicas].

E o mais importante: é gostoso tomar banho todos os dias, mas por favor: sem o sapinho de pelúcia, pois ele, com o tempo, poderia desmanchar…"


Ouvindo na rádio da Internet…

 Peter Gabriel: Solsbury Hill

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