K’ Graça

Finalmente vejo a contribuição de alguém neste meu espaço.

Apresento a vocês, uma amiga do canteiro da internet. Muito cativante, muito colega, espirituosamente divertida. Deixo ela falar por mim.


Minha vida com a televisão

Por Bárbara Svenska

"Pedi ao meu amigo Terra, de coração, que não ficasse pontuando meu texto, mas ele é irredutível… disse para eu reescrever no bom português que – só – ele conhece. Mas tudo belê… ele disse que depois dessa terceira tentativa ele ía se intrometer somente com aquela idéia dos colchetes dele [não sou eu, é minha consciência].

Falei pra ele não me incluir nessa AI-27, mas ele é irredutível mesmo… eu perguntei a ele o que é isso. Ele me respondeu, a mim, mas os leitores dele que nem se manifestarm, e ele disse ter muitos, não sabem… AI é redução de Agência Independente [não Bárbara… é Ato Institucional…] e o 27 é algo pessoal dele… essa terça feira que passou [cinco de setembro] ele falou comigo à tarde pelo MSN e disse que é de uma coisa esquisita que psiquiatra identificou nele. Terra, sai dessa! Esses caras são tudo doidos… [pensa que eu não sei???]

O Terra pediu irreverência nessa minha conversa para o seu público, os da Comunidade Internética, como ele mesmo diz… não sei o que ele quiz dizer, então pedi uma explicação. Ele disse [teclei, querida, não se esqueça disso!!!] que irreverência é se fazer de louco com mente boa – ele chama isso de sã consciência – e contava umas coisas nada a ver no meio dos textos que escrevia [ah… primeiro digo agora escrevo?].

Uhhh… Tô meio esquecida, meu glorioso público, que tanto me ama [convencida ela, não???], sou Bárbara Kastorsky Svenska. O Kastorsky na verdade não está no meu nome, é da minha mãe, mas eu quero brigar na justiça para poder inclui-lo para mim… acho tão lindo ter nome diferente de gente famosa, ou tipo parecer famosa. O Terra, poderoso-chefão do blog, me deu liberdade para escrever um e-mail para ele postar no Brejo do Sapinho, com as devidas alterações que ele julgou necessário [eu nem incluiria essa afirmação dela, mas jurei incondicionalmente só corrigir seu português se necessário] e eu pensei em falar da tevê aí do Brasil – estou me ajeitando aqui em Samara na Rússia, numa comunidade de latinos, onde assistimos canais espanhóis, e rolam umas paejas sinistras.

No Brasil, só via duas coisas interessantes: tevê paga e Pânico na TV.

A tevê paga, pelo menos, tinha aquelas opções de canais em que você não via propaganda política, coisa xata [ela pediu para colocar com xis mesmo]. Eu gostava de ver Multi-show, MTV Latina – ah sim, não tinha uma, mas dois canais de assinatura… é meu nego, família não é fraca não – o canal E! e ver aquelas listagens das trezentas [eu acho que você quis dizer trocentas] piores músicas de todos os tempos, dos cento e um momentos mais cabulosos de Hollywood e coisas do tipo.

O Pânico então é o revela segredos da tevê aberta. Tudo bem que o Emílio é meio nojentão, mas confesso que aquela seriedade dele até que é engraçada… pena fazer uns tempinhos que eu não estivesse vendo o programa… uma das últimas coisas que vi eles fazerem é abrir uma tevê de plasma para descobrir por que po**as [desculpe, Bárbara, a censura cai em cima] aquele troço é tão caro, e no fim das contas, acabei indo pro banheiro e perdi o fio da meada, que ****a!!! [olha o linguajar, Bárbara… tem criança lendo…]

Ah… sei lá, é isso que posso falar da televisão do Brasil. Agora a rede local de Samara aqui na Rússia é algo indescritível.

Pra falar a verdade, socorro!!! Nem russo sei ler direito, quanto mais ouvir ou ler. Só meus amigos aqui me salvam na hora do aperto.

Vai aí no Brasil, amigo Terra, é com você."


Já peguei. A bola tá comigo amiga Bárbara.

Ela diz não ser consultora amorosa… Amor, como ela me disse num outro e-mail, é puro escambo de sentimentos… quão Bárbara ela é. Mas não tem problema, gosto de você assim mesmo, sua ruiva espivetada!!!

 Velvet Revolver: You Got No Right

Publicado por Potingatu

Estudante de Língua Portuguesa e Linguística pela FFLCH - USP (2010-5), entusiasta e experimentador do máximo de artes que for possível.

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