[…] Coisas Interessantes no Mundo da Mídia

Clichês que a gente vê no mundo da tevê


De fato, as Maçãs Verdes começam hoje, com esse pôste.


"Em casa, pouco ou nada pra fazer [no mais, encerar o chão para deixar o quarto nos trinques. Mais alguns ajustes, umas caixas para fora e um toque pessoal, e aí fica show].

Jogão na tela: Brasil contra Gana… no momento em que escrevo, são dois a um para os canários, sendo que o último gol foi um presente do juiz e bandeirinha para nós. Mas a Gana joga com gosto, e nas chances que tem, vai pra cima… dureza.

E ontem, na RedeTV!, programa da Luciana Gimenez, um sujeito dizia que devíamos esperar a sexta estrela pra, no mínimo, daqui a quatro anos somente… Decerto, se ela vem agora, vem suada: tem Espanha ou França no caminho, Portugal, Itália e Alemanha vêm com vontade… No mais um detalhe: o cara se diz vidente [ou um ‘macumbereiro’ paulera], o que, na pior das hipóteses, é um olho gordo.

Estranho… e aqui começa a análise dessa nossa bichada maçã. Depois nunca mais vemos tais sujeitos depois de errarem [ou acertarem, de agourentos que são]. No mais, pudera: ninguém faz fé em anotar o que esses caras dizem…

E não só previsões que são as coisas mais paradoxas no mundo da mídia. Dentre outras estranhezas que podemos notar, temos:

  • Utopia da segurança: [e como queria viver em uma novela] Já notou como ninguém fecha o carro ou tranca portas à chave?
  • Arredondamento monetário: [sem essa dos ‘xis’ reais e noventa e cinco centavos] Ninguém em novela recebe troco…
  • Cavalheirismo violentador: Lembremo-nos dos filmes chineses de oitenta… já notou que todos aqueles ninjas não caem em cima ‘tudo duma vez’ em cima dos ‘camarada’?

E interrompendo, para declarar o terceiro ‘fundão de rede’ para nós, os canarinhos.


No mais, não é uma coisa estranha o mundão televisivo? Não há quedas de energia, nem correio atrasado [embora, convenhamos, há sujeitinhos e sujeitinhas invejosos, prontos a puxar nossos tapetes…]. No mais, é tudo uma maravilha.


  [Grande pausa para almoço]


E, depois de um arroz-feijão com farofa e strogonoff de frango [algo bem folk-metal-progressivo, tipo algumas do Jethro Tull, em seu equivalente auricular], e da vitória meio robusta do Brasil sobre a Gana com três, sem a chance dos africanos de marcar um gol, voltemos à conversa principal [que hã… qual é mesmo? Ahnn… lembrei].

Outro exemplo memorável: Gravidez rápida e límpida: Como muita mulherada gostaria de ter filhos tão rápido quanto na novela, sem sofrer de futuras peles flácidas, e sem falar que os pimpolhos nascem até que bem limpinhos pro gosto dos [hmmm… não entendo de medicina] obstetricistas….

No mais, viver como em novela é um privilégio nem dos atores, mas sim dos personagens.

Pena que vivemos no mundo real, onde além de tudo, e diferentemente das novelas, você consegue conciliar tempo de trabalho, lazer com a família e, sobretudo, com colegas que se tenha desde os velhos tempos de primário [Bons tempos, velhos tempos…]."


Nervosa!!!

 Linkin Park: Crawling

E agora, em copa, as coisas ficam bem mais pesadas… a começar por Espanha ou França.

E sem agourentos videntes, por favor.

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[…] Crônicas de um Fim de Curso

A Arte de Escrever à Mão; um pequeno descritivo de um dia na universidade

Nova coluna estreando: ‘Canetas ou Lápis, e Teclas’


Crônica. s. f. Narração histórica, segundo a ordem dos tempos; noticiário dos jornais; comentários literários ou científicos, que preenchem periodicamente uma seção de jornal; (fig.) biografia escandalosa. (do lat. chronica)


"De uma certa maneira, o texto que escrevi não figuraria nas idéias descritas acima, a não ser sobre comentários… para preencher o tempo em que não estive aqui [na prática, pois que em tese apareço muito aqui para fazer uma correçãozinha aqui, um ajuste acolá, e por aí vai].

Esta nova seção que inauguro para a Comunidade Internética tem um quê com a de ‘Livros‘, por se tratar, também, de literatura, mas com um pequeno diferencial: para textos que [num primeiro momento] não pertençam a livros, ou coletados de histórias. Seção aberta aos aspirantes de escritores e aqueles que botam os punhos [e depois os dedos] para funcionar Naturalmente, pertenço a esse grupo despretencioso que põe cabeças a funcionar a serviço de uma literatura descentrada e descontraída, longe de sermos grandes escritores [ou enroladores de lorotas… que é mais o meu caso].

[hmmm… falei difícil, vamos simplificar…] Quer publicar um texto amador? Ele irá aparecer aqui!

E pensando que título iria dar para essa categoria… Para não cair na mesmice, fica sendo ‘CL & T‘. Canetas ou lápis para fazer referência aos textos que começamos rascunhando à mão [e não há ‘Papel’ na história porque podemos escrever em ‘quase’ qualquer coisa] e teclas por repassar os textos em computador. De uma certa maneira, também ficam valendo aqueles textos que produzimos diretamente via teclado, mas, além de perder aquele gosto de escrever, conta o fato que fica difícil inventar, ainda mais quando o texto é longo, e queremos ver alguma coisinha escrita anteriormente, mais fácil aquilo que está à mão que rolar na tela. Quem escreve muito tem idéia do que digo.

Sem papo a mais: o texto a seguir se auto-explica na intenção de escrever por escrever [parnasiano, não?]. Redigido originalmente numa [parca] folha de caderno."


Osasco, 19 de Junho de 2006

"Cá estou eu, fazendo uma coisa inusitada: escrevendo um texto [ou crônica, ou sei-lá-o-quê]. Inusitada, porque há anos o que passo no papel são textos a título de trabalho, equações matemáticas e proposições lógicas. De repente, a gente se vê naquele trabalho, compensador e quase artístico, de pegar um lápis ou uma caneta e jogar letras ao vento, logicamente arrumadas para compor expressões de sentido profundo [ou logicamente sem sentido, como muito do que eu escrevo].

Hoje fazem-se o fim das aulas na universidade. Motivos de tranqüilidade para uns, ‘estudar mais’ para outros… E aqui não há mais crianças falando ‘que saco é esta escola’. Aqui é universidade! E [por enquanto] entra quem quer [ou, na pior das hipóteses, quem precisa].

Lugar: o Reduto da Matemática. O ruído das ventoinhas ecoando levemente pelo local, o barulho das folhas virando e dobrando, e, certas vezes, algumas gracinhas entre amigos. São vistos os icosaedros e dodecaedros pendurados ao teto, mesas circulares e quadradas, outras formas regulares sobre uma estante na entrada e um ‘pequeno fardo’ aos nossos professores, mestres e doutores, carinhoso presente de veteranos. A cruz dá o tom da graça ao local.

Ali, freqüentadores assíduos, regulares, ocasionais e turísticos. Mas nunca invasores. No máximo, bajuladores [tal como eu, que ali pouco fica para estudar e mais para tirar os outros da concentração].

O Corpo Docente? Composto de figurões dos mais variados tipos e humor. Alguns militarizados, outros discretos, certos deles são intimistas e ameaçadores [o que, caro leitor docente, não indica que tal comportamento assombroso seja negativo… pelo contrário, torna tudo mais divertido]. Ou seja [em meu ponto de vista]: gente [a] normal, como eu e, talvez, você.

Serão, enfim, cerca de quarenta e cinco dias longe desse contexto [hmm… fugiu a palavra] de lógica e respostas diretas. Fim de trabalho por enquanto, pois Matemática é um homeopático bem concentrado, e o uso contínuo pode provocar efeitos colaterais prolongados.

Quando se vê, já passaram das onze e meia, não só o mundo matemático pára, como todos os outros desta grande nave espacial a nos abduzir para a galáxia do conhecimento científico, com todo um arsenal tecnológico para usar e descobrir.

E descendo as escadas, podemos ter a chance de encontrar um humilde e amigável faxineiro, o responsável por manter essa nossa segunda casa, nosso tão comentado lar."


COMPANHEIROS professores: não se sintam ofendidos… mas que graça teria se vocês não fossem assim?

No mais, esse texto não fica parecendo uma crônica, só uma miúda descrição, que talvez precisasse de mais alguns detalhes, mas como pretendia não modificar o texto original [muito]…

Em breve, mais algo para falar [e está na pendência uma Maçã Verde, pronta a ir para a feira].


Pop Show

 Emma Roberts: I Wanna Be

Em Tempo

Rápidas e diretas sobre o mundo da Internet


"Sem essa de dicionário hoje para dar o pontapé incial do pôste. Agora é coisa direta.


Enquanto isso, na terra do tio Sam, onde ‘todo dia floresce a democracia’

[Irônico] Fonte: INFO Online

O sujeito que influencia muitas de nossas vidas por dirigir [hmmm… ele faz isso mesmo?] uma das [não mais ‘a’] maiores corporações do ramo da informática, Bill Gates, está calçando permanentemente o calção e o chinelo, e se aposentando aos cinqüenta. O companheiro Ballmer estará assumindo seu posto. BG estará dedicando-se a programas filantrópicos de educação na África.

Mas, sinceramente, também ajudaria se ele instituísse um outro programa filantrópico para os carentes de tecnologia, e pudesse liberar às comunidades o W98SE, pois…


Aqui, mais perto de você, onde um mundo melhor é uma utopia buscada a passos de tartaruga…

Saiba que pessoas como eu sofrem com a viciosa doença do ‘eu preciso fazer um upgrade’ e do ‘tô com banda larga, memória e tudo mais, mas meu PC tá mais lento que lesma que caminha vagarosamente para curtir paisagem’. Para saber meu sofrimento, aqui vão alguns números [por isso se chamar ‘em tempo’] que expressam a ‘imediatez’ [forçei palavra, hein…] para, por exemplo, dar um refresco à Comunidade Internética, das minhas crônicas, minhas viagens, meus logs sobre o blog e outras coisinhas mais.

Olho no cronômetro… a partir do momento em que requisitei o clique foram:

0:04:53.39 Para carregar a página inicial deste meu espaço para edição.

0:05:14.20 Para visualizar o espaço, quando logado no Messenger.

E, de colírio, incríveis…

0:07:08.53 Para abrir o espaço como se eu não o conhecesse [ou seja, não estando logado no Messenger, mas mesmo assim o sistema acaba carregando-o].

Tecnologia é incrível, eu diria, depois de apresentar esses fatos…


[De fato, esta coluna POP acaba aqui… o resto é um protesto pessoal]


Gostaria, a título de compensação, que essa frustração pudesse ser compartilhada com outros na mesma situação que a minha, que contam com uma ‘super’ máquina nas mesas de casa, e que ainda por cima, não podem ter seu trabalho facilitado para adicionar uma lista de músicas, por se exigir o WMP9, que não pode ser instalado em W98PE, sem falar em outros programas que já não fazem suporte ao tal sistema, tipo o A. Reader 6.0, o MusicMatch Juke Box 9 [que não sei de quem é], e alguns outros programinhas que devem ser mais bacaninhas que umas versões anteriores [sorte por enquanto ainda não precisar citar mais].

Usuários de W98PE, unam-se!

Por um ‘cadinho’ de W98SE… Qual é, MS? Já que o negócio é XPSP2 pra cima, custa ajudar aqueles que estão mais abaixo?

Por que não desenvolver um programa de desenvolvimento independente, mesmo que para os softwares antigos, tal como a concorrente [a maior vantagem dela é essa mesmo, mas confesso que não sou de puxar a bola para ela… fui instruído nos ambientes de janelas, e nada sei sobre os ambientes de pólo sul… hã… deu pra compreender o trocadilho?]. E resolve dividir os direitos de autoria com os desenvolvedores, faz redução de preço, uma campanha um pouco mais maciça de divulgação? Resolve diversos problemas: estimula o desnvolvimento tecnológico nacional, corrige os bugs de sistema, facilita a vida de usuários domésticos que dificilmente podem contar com insumos o suficiente para atualizar seu arsenal tecnológico anualmente… tão fácil… olha que essa receita está sendo compensadora do outro lado da cerca, as corporações estão vendo as vantagens e quando usuários leigos tiverem enfim bases para programar, será talvez o fim das janelas [pelo menos aos parados no tempo, tipo eu].


Pouco pude ter contato com o WXP, mas pude perceber um cuidado um pouco maior em relação com o que veio antes [embora nada bobo seja eu que isso é uma maneira de compensar o insumo financeiro e a ascensão dos animais polares… ráá… outro trocadilho]. Portanto, eu diria: ai se o BG lesse português e deparasse com este que, de repente, não seja o apelo só de quem parece pertencer a uma minoria de donos de 98 para baixo.

As páginas estão ficando elaboradas demais para um processador como este 233 MHz poder respirar. Fica a pergunta: não existiria uma linguagem que reduzisse todo este código-fonte, sem perder as características funcionais de funcionamento para páginas na http? Não seria a hora de pensar um novo formato, mais leve para máquinas antigas [e que, por conseguinte, seriam ‘mel na chupeta’ para a última geração]? Eu, se pudesse [entenda-se como paciência, vontade e conhecimento, mais os insumos], dedicava um tempo em uma nova linguagem para reduzir o tempo de carga de páginas, tipo de portais.

Manifestem-se, sejam desenvolvedores, empresas, usuários casuais ou constantes.

Qualquer comentário sério será bem vindo…"


NÃO ERA ESSA a intenção para essa categoria, fazer um protesto tão longo, mas pessoalmente achava necessário tais comentários. E isso tudo não vale somente para os ‘carentes’. Quem não quer velocidade hipersônica em suas máquinas e a garantia de evitar a obsoletidade o maior tempo possível?

Mas, protestos à parte, estou me engajando numa campanha pessoal em favor dos Laptops, a fim de ter um, e mais rede wireless para ter todo esse exemplo de conforto, mas em qualquer lugar. O primeiro passo já foi feito, estou na comunidade do Orkut dedicada a tal.

Ainda em breve, procuro alcançar tal objetivo, honestamente, e me gabar dos resultados nesse espaço…


Colírio Musical Frank Zappa: Sex [e, se não me engano, para essa época, nessa banda, surge o hoje tão aclamado garoto Steve Vai].

Falando de Filosofia

Um breve contexto histórico sobre esta que é a mais controversa das áreas humanas


Filosofia. s. f. Ciência geral do conhecimento das coisas por suas causas ou primeiros princípios; sistema de princípios que tem por objetivo agrupar uma certa ordem de fatos para explicar; cada um dos sistemas particulares de filosofia; doutrina filosófica (do gr. e lat. philosophia).


"Filosofar implica em fazer uso de uma ferramenta muito aguçada de análise da auto-análise. Filosofar sobre a filosofia, então, constitui o mais alto grau de análise conhecido [em meu humilde, nada-filosófico e mortal ponto de vista]. Decerto, se muitos pensarem bem, talvez a filosofia não seja uma área estritamente humana [e ela tem suas categorias de lógica também] e, talvez, compreendendo-a em seu aglomerado de cunho lógico, seja possível desenvolver a inteligência artificial para a computação: não há área de conhecimento que explore de tamanha forma o funcionamento da conduta e da lógica humana.

Apresentações à parte, podemos dizer que todo mundo filosofa alguma coisa, inclusive blogueiros. Há filosofia para discutir a essência do ser, como para discutir sobre coisas esdrúxulas e até inexistentes. O exemplo clássico: ‘Vou parar de pensar!’ [dããã]. E você pára pra ver, já pensou alguma coisa, e já pensou a respeito da situação, e se continuar matutando [tal como o sujeito que vos fala] chega à conclusão que não dá pra parar de pensar. Sinuca de bico? Pelo menos essa não. Pior as outras [deixemos-nas para as Maçãs Vermelhas].

Como andei me deparando com o seguinte livro no segundo ano do colegial, mas sem lê-lo profundamente, e tinha a oportunidade [necessidade, podem interpretar alguns] recentemente de analisar um livro, lembrei deste [sem falar na curiosidade de entender o que Descartes queria dizer a respeito de nossa existência ou consciência] e pronto… olhos nos livros.

Richard Osborne fez um trabalho de compilação em Filosofia para Principiantes, que dá uma base inicial para, não de fato, entender filosofia. Mas sim, a meu ver, um condensado a respeito dos pensadores ao longo dos tempos, e suas contribuições mais visíveis ao mundo. Uns bem entendidos, outros complicadores, determinados radicais, extremistas, subversivos… encontra-se filósofo pra todo gosto.

Adiante, uma síntese do livro, feita no meu extinto ‘Núncia de Blogs, e utilizada para Atividades Culturais. Portanto, caso a Comunidade Internética [n. e. os leitores] cheguem aqui por meio de pesquisa e com fins de Atividades didáticas, pode fazer uso do texto apenas para ter base, o que não descarta a leitura. Recado aos professores: exijam uma pequena análise sobre o livro. Para quem quiser fazer uso integral deste material sinta-se à vontade, desde que fazendo referência ao nosso BS [n. e. o Blog] nesse endereço. Ficaria muito agradecido pelo reconhecimento, bem como pela propaganda do espaço [‘merchan’, amigo!]."


"O livro trata-se do assunto ‘Filosofia’ sob o contexto histórico de cada época e a contribuição desta para a formação da cultura, além de se ater ao contexto filosófico dos principais filósofos e como eles se evoluíam conforme os tempos. Aqui serão apresentados alguns dos principais pontos do livro.

A filosofia, no significado do termo, quer dizer ‘amor à Sabedoria’ mas a Sabedoria propriamente dita foi conceituada de maneiras diferentes no decorrer da história do homem. Bertie Russell definiu a filosofia assim: ‘A filosofia é a terra de ninguém entre a ciência e a teologia, exposta a ataques dos dois lados’. A definição dada por Russell dá a idéia do relacionamento da filosofia ante a sociedade e a humanidade no geral, no decorrer da sua existência.

Há um consenso geral entre os Filósofos de que a filosofia surgiu na Grécia, no século VI a.C. Nesta época os gregos desenvolviam, através das artes, o conceito de governo e de democracia, além de se firmarem como grandes navegadores do Mediterrâneo.

Tales é considerado como um dos primeiros filósofos, por separar a ciência da magia e pensar sobre o mundo sem pensar primeiro em Deus. Surgiram logo após Pitágoras e seu raciocínio a respeito dos números e do Universo; Heráclito e o fluxo de todas as coisas; as partículas elementares básicas, de Parmênides, Leucípo e Demócrito. Sócrates preocupava-se com a Ética e a moral, descobrindo o que era justo, verdadeiro e bom.

Platão, discípulo de Sócrates e quem transcreveu seus ensinamentos, em razão de sua morte, fundou a Academia e desenvolvia seus conceitos, como a Teoria das Idéias, o Problema do Terceiro Homem e seu senso de Política. Aristóteles, aluno da Academia, classificou o conhecimento e discutiu vários temas, como a Lógica, a Estrutura da Língua, a Metafísica e a teoria da Causalidade, a Ética, Política, Biologia e Poética.

Nos anos de declínio da Academia, surgiram diversas formas de ceticismo, que tomaram conta da esfera grega da filosofia, estas afirmando que era impossível fazer afirmações significativas e fazendo da dúvida o principal tema de discussão.

Em Roma surgiram os estoicistas, cujo impacto se deu no campo da ética. Surgia também o epicurismo, onde o bem supremo era o prazer. Estas foram as últimas correntes filosóficas do período greco-romano.

Com o advento do cristianismo, a filosofia toma outro formato, mais metafísico e interessada na alma, tornando-se um livre-pensar cristão. Dentre os filósofos, Plotino desenvolveu a idéia de Trindade (O Uno, O Nous e A Alma).

A Igreja fortalecia-se como instituição enquanto do declínio do império romano. Surgiram quatro sujeitos – Os Doutores (Ambrósio, Jerônimo, Agostinho e Gregório) – que estabeleceram o papel da Igreja filosoficamente. Santo Ambrósio defendia o papel de superioridade da Igreja sobre o Estado. São Jerônimo defendia a preservação da virgindade e traduziu a Bíblia. Santo Agostinho definiu a instituição Igreja livre dos pecados, a entidade de Deus e sua relação com o Tempo.

Surgiu o período da Idade das Trevas, onde as lutas contra os bárbaros; e a cisão do Império Bizantino foram marcos importantes. Na Irlanda, reduto de estudiosos, o conhecimento grego foi difundido e ampliado, para depois ser redistribuído para a Europa. No Mundo Muçulmano, onde o Islamismo era surgente, Aristóteles tornava-se filósofo-base para os árabes. Surgiram Kindi, Avicena, Averroes e Maimônides.

A Escolástica surgiu como corrente filosófica no século XI, ela teve como alvo o ensino nos monastérios e seu maior expoente foi São Tomás de Aquino, que tentou sistematizar todos os ramos do conhecimento, modificando a essência as identidades Deus-Mundo, Conhecimento-Realidade, Fé-Razão. Roger Bacon, Duns Scotus e Guilherme de Occam foram outros grandes escolásticos.

A Estrutura Medieval Feudal enfraquecia-se, a Inquisição e a corrupção na Igreja e o surgimento da classe burguesa transformaram o mundo do século XIV e XV. A Filosofia pôde-se desgarrar do cristianismo, e a Escolástica tornava-se antiquada: era a época do Renascimento.

Surgiu novamente, com novas premissas, a filosofia política, esta iniciada com Maquiavel, que defendeu o uso de força, astúcia e meios corruptos para conseguir e manter o poder. Embora parecessem rude estes argumentos, eles demonstravam a real situação da política que perdura até os dias atuais.

Sucedeu-se a Reforma, e pensadores como Lutero e Calvino lançaram as bases de uma Igreja mais centrada nos ideais da época de Cristo. A Igreja Católica, para frear o Protestanismo surgente, fez a Contra-Reforma como resposta.

No campo científico, surgiram Copérnico, Galileo Galilei e Isaac Newton com suas grandes descobertas. Francis Bacon lançou as premissas da ciência através de incansável experimentação e observação e Thomas Hobbes constituiu uma representação mecânica do universo e da sociedade.

Desse período surge René Descartes, que lançou as bases da filosofia moderna, argumentando que toda a filosofia passada necessitava de fundamento sendo examinada e sistematizada. Com seu sistema de dúvida cartesiana, de aceitar idéias claras e definidas, dividir os problemas em tantas partes quanto necessárias, ordenar os pensamentos simples ao complexo e verificar possíveis lapsos, desenvolveu suas idéias do ser como uma coisa pensante (‘Penso, logo existo’) e que a mente era capaz de conhecer as coisas externas porque Deus também existe pois ele é a causa de nossa idéia de perfeição dele. Afirmou que o corpo era separado da mente e ambos operavam como relógios sincronizados.

Spinoza, seguidor do racionalismo de Descartes, afirmou que Deus e natureza são o mesmo elemento, e mente e corpo são características desta substância única. Leibniz, ao contrário, postulou uma infinidade de substâncias infinitesimais chamadas mônadas, independentes, imateriais e atemporais.

John Locke lançou as bases do Empirismo, em que a mente só adquire idéias através da experiência. Afirmou que estas experiências são de dois tipos: sensoriais e reflexivas. Que a partir de idéias simples, a mente constitui idéias complexas através de combinações, comparações ou abstrações, e que os objetos possuem qualidades primárias, existentes neles, e qualidades secundárias, que produzem idéias na nossa mente. George Berkeley adicionou a idéia de percepção de Deus frente aos objetos e as nossas mentes perceptivas, mas afirmava que as idéias das coisas não são capazes de reconhecer as coisas propriamente ditas e que as idéias abstratas eram idéias particulares apenas. David Hume, com suas dúvidas sobre a Teoria da Causa e Efeito, tentando fundamentar o empirismo, acabou por desintegrá-lo.

Locke, como filósofo político, opunha-se ao Leviatã de Hobbes, obra política absolutista e defendia o direito de propriedade privada como direito natural do homem, e que este homem é livre, mas vive em sociedade para manter sua propriedade. Locke influenciou o Iluminismo por colocar o Legislativo acima do Executivo, modelo de governo adotado na Inglaterra daquela época e em todos os sistemas Republicanos de hoje. Voltaire, Montesquieu, Rousseáu e Goethe foram outros grandes pensadores do Iluminismo europeu.

Immanuel Kant foi o filósofo que sintetizou sistematicamente o Empirismo e o Racionalismo, eliminando as dissidências que haviam nessas duas correntes. Disse que sem os sentidos, não perceberíamos objeto algum, mas sem entendimento, não formaríamos conceito algum do objeto. Tempo e espaço são lógicos e absolutos. O pensamento está dividido em categorias que estruturavam o modo como percebemos a realidade. Para Kant, o emprego da razão é na prática, conhecendo o mundo.

O idealismo alemão, escola filosófica de Kant, gerou Fichte, Schelling e Hegel, e este último geriu a idéia de uma interligação entre tudo. Seu sistema dialético partia de uma tese, e uma posição contrária, a antítese. No fim, a síntese abrangia o resultado entre as duas. Essa síntese seria uma nova tese, com antítese e síntese correspondentes, e assim indo até se gerar uma idéia absoluta, uma síntese última. A filosofia foi posta neste sistema, e o próprio sistema hegeliano se tornava a idéia absoluta de toda a dialética – ou contradição – da própria filosofia.

A partir daí, muitos filósofos se encaixavam como seguidores de Hegel, sejam esquerdistas como Feuerbach, Marx e Engels, centristas como Rosenkranz, Lotze e Sigwart, direitistas como Daub e Goschel; ou opositores, como Schopenhauer, Kierkegaard e Nietzche. Este último minou a filosfia com sua perversão ao cristianismo, e sua idéia de Super-Homem, que foram o motor filosófico do nazismo alemão no século XX, mas algumas de suas idéias foram influentes para a psicanálise, criada por Frued.

Marx foi influenciado pelo método dialético de Hegel, mas rejeitou seu conservadorismo e idealismo. Conhecedor das classes proletariadas, fundou o materialismo dialético, e desenvolveu o pensamento econômico e refletiu sobre os modos de produção, sobre as relações entre as pessoas dentro do sistema capitalista como mercadorias e a mão-de-obra é vendida às elites capitalistas numa troca aparentemente livre. Com Engels, a obra de Marx foi determinante para o surgimento do socialismo, e deste para o comunismo do século XX.

Marx, assim como Wittgenstein, declararam o fim da filosofia por ela estar muito metafísica e hegeliana, e pelo fato da ciência estar mais prática e capaz de resolver os problemas que a filosofia não estava apta a resolver. Mas mesmo assim surgiram muitas correntes filosóficas.

No século XIX, na Inglaterra, longe da influência de Hegel, surgia o Utilitarismo, representado por Bentham e Stuart Mill. Na França, o positivismo de Comte. O evolucionismo de Herbert Spencer foi influente, numa espécie de darwinismo social. Nos Estados Unidos, o pragmatismo de C. S. Pierce, William James e John Dewey.

Para o século XX, Gottlob Frege deu início à filosofia analítica, mais lógica. Expoentes dessa corrente foram Russel, Whitehead e Gödel. De Wittgenstein, surgiram os filósofos da linguagem comum (Ayer é um exemplo de atuante) e os positivistas logicos – o círculo de Viena.

Brentano, Husserl e Heidegger deram início a escola fenomenológica, que evoluiu para o existencialismo, nas mãos de filósofos como Jean-Paul Sartre.

O século XX teve filósofos que adicionaram conceitos ao marxismo, como George Lukács, Antonio Gramsci e a Escola de Frankfurt, que no uso de psicanálise e do existencialismo, tentou conciliar Marx e Freud.

A corrente lingüística de Saussure deu início à escola estruturalista, com expoentes como Lévi-Strauss, Lacan, Foucault e Althusser, este último também de uma corrente marxista mais ‘científica’. Esta escola, que tratava dos signos nas estruturas de linguagens, evoluiu para o descontrutivismo e o pós-estruturalismo, fundamentados na figura de Jacques Derrida. Estas correntes filosóficas carecem de uma análise de onde se erguem suas paredes na história da filosofia, assim como elas mesmo minam todo o conceito de racionalismo da filosofia ocidental desde o seu princípio.

Mas o que mais se observa na filosofia desde Sócrates é a ignorância à mulher. Mas surgiu-se em meados do século XX o feminismo, cujo intento é dar uma linguagem feminina à filosofia, e que junto das correntes modernas filosóficas, estão destruindo a idéia fundamental da ‘verdade’ absoluta, tão buscada pelos gregos. A filosofia, nos últimos tempos tem sido questionada em todos os seus aspectos, o que faz com que ela seja um ramo do conhecimento dos mais complicados de entender."


Análise final

"O Livro: faz um tratamento bastante geral do assunto, e não é maçante [trabalho ilustruado por cartunistas], e base-guia para conhecer as principais obras de cada filósofo.

As correntes filosóficas: as mais modernas e mais lógicas, a Racionalista, a Empirista e a Escolástica apresentaram-se mais interessantes do que as outras. A primeira se relaciona com o aspecto mais humano da Matemática; as outras, buscam achar as certezas através da descoberta ou observação; a última, embora acorrentada às diretrizes da Igreja Cristã, buscava explicar Deus de um modo mais concreto.

Os pensadores: a maioria muito estranhos… mas ainda são legais. Só uns são rudes demais e grosseiros [não deseje conhecê-los pessoalmente… pode acabar adquirindo ódio violento, e isso filosofica e biologicamente faz mal].

Enfim: quer filosofia? Começe por aqui para não ter dor de cabeça."


ESSE pôste está aqui nesta categoria por se tratar de análise de livros publicados por outrem, mas também se encaixa perfeitamente na categoria de Maçãs Vermelhas. Mas o espaço só permite uma categoria por pôste… fica sendo a de livros então.

E… falando filosoficamente:

Podemos dizer que dois a zero é uma vitória magrinha?

Fico devendo a resposta. Até breve [e sono bate forte no rosto].


Eletrônica nos ouvidos:

 Prodigy: No Good (Start the Dance)

[…] Nutrição Musical

O Apanhado Geral do que se passa pelos Aurículos Sonoros [as orelhas, claro!]


"A princípio, deveria definir música. No entanto, com grande experiência do assunto [são dois anos de auto-instrução e didatismo musical do tipo ‘ouvinte’] a gente conclui: música se aprecia, não se explica.

Neste quesito, estou em um estado um pouco mais avançado em relação à maioria, por conhecer bandas de repercussão global miúdas [as que só curiosos, como eu, atrevem-se a achar].

Para citar algumas das muitas:

  • Mudhoney;
  • Stone Temple Pilots [é… ninguém conhece o outro melhor lado do STP, longe de ser ‘imitação’ de Eddie Vedder….];
  • Ryan Adams;
  • Wilco;
  • Motörhead;
  • New York Dolls;
  • Roxy Music;
  • 13th Floor Elevators;
  • Frank Zappa;
  • Love;
  • Jethro Tull [muito mais que só ‘Aqualung’];
  • King Crimson;
  • Kraftwerk;
  • KLF [‘all bound far for the Moo Moo land’];
  • The Charlatans;
  • Suede;
  • Pulp;

Entre outras cem que possa citar, long dos holofotes de Nirvana, Guns N’ Roses, Metallica, Ramones… nada contra estes, mas chega uma hora que eles ficam muito manjados."


Cardápio Musical: nutrientes para os ouvidos

"Nomes à parte: importa aqui, como primeira mênção a respeito de música, classificar suas categorias aqui. Como fazer isso? Simples! Peguemos garfos e facas e espetemos nos rádios [não vale tentar espetar em seu Winamp, não!]

De entrada, servimos:

MPB: prato típico de qualquer casa. Leve, saudável, mas não oferece todos os nutrientes necessários para agüentar o pique ‘sede-por-música’. Prefira as preparadas pelo Mestre Tom, Dona Elis, Seu Pixinguinha, Chef Vinícius e da Casa do RC&EC. Ah, e não se esqueça da aprendiz-emergente Ana Cá’.

Pop: alternativa para o primeiro ou complemento. Daqui saem as maiores idéias dos humildes bares urbanos. Sevidos a elétricos, eletrônicos e acústicos. Fonte de carboidratos e calorias em dose certa para agitar. Recomendação pessoal: dos mais novos prefira os feitos por mulher [mas as mulheres acham dos mais novos os feitos pelos homens… esses dão indigestão].

Clássica: na verdade, funciona como tempero para as entradas e para os pratos principais. Para alguns, dão um sabor especial quando misturados com os outros, em doses cavalares; para a maioria, o excesso prejudica a degustação do todo. Mas uma coisa é certa: raro alguém degustar sozinho esse tempero.

Rock: Há alguns que já se satisfazem na entrada, outros tem estômago o suficiente para adentrar pratos ricos em riffs e a maioria das vitaminas, minerais, anti-radicais-livres, ácidos graxos e proteínas. Único porém: tem num primeiro momento um gosto um pouco ruim… muitos ‘crianções’ falam que é coisa do capeta, assombram os pequenos [estranho… esse prato eles não comem, mas os mais jovens comem… grande interrogação], mas algum dia, acabam provando, e muitos acabam gostando. Aqui vão as subdivisões do prato principal, pois cada um possui um específico número e quantidade de nutrientes:

  • R&B e Blues: vitaminas para delirar;
  • Rockabilly ou Rock ‘N’ Roll: boa fonte de carboidratos;
  • Punk e Alternativos: proteínas, mas em excesso causam congestão aurícula no futuro;
  • Hard Rock: bom misto de vitaminas e alguns minerais, mas costumam tirar o gosto de outros acompanhamentos. Dose com o bom senso, se for alimentar-se com ele;
  • Metais e derivados: ricos em Ferro, Zinco, Cobre, Alumínio, Sódio e até Urânio [!]. Há quem alimente-se deles somente, o que pode ser perigoso para a saúde na terceira idade. Combine com outras opções para não sofrer com as superdosagens;
  • Progressivo e Industrial Elétrico: ácidos graxos, algumas poucas proteínas, deficiência em vitaminas e carboidratos, mas possuem propriedades medicinais incríveis. O excesso causa apenas intolerância auditiva;
  • Folk Rock: todos os nutrientes bem dosados. Bem arroz-feijão. Mas sempre pede acompanhamento;
  • Britpop, Pop Rock, Alt. Country, Trip-Hop e congêneros: recomendados apenas para os de dieta musical, que não querem opções que engordem, mas sem perder a saúde.

 Eletrônica Progressiva: Bom após-prato para fazer um ‘requebra’ no que foi pego para comer antes. Combina com qualquer coisa acima, mas ainda vale o bom senso.

Country: para comer após o almoço, em relativa pequena quantidade, pois farta rápido e poucos sabem preparar algo um pouco mais diferente.

Comeu toda a refeição? Sinta-se livre às beliscadas, mas eu, no meu caso fico muito seletivo com as opções.

Rap: Laticínios meio azedos, somente para paladares musicais fortes. Poucos fabricantes conseguem fazer um menos azedo. Tinha um cara que se vestia de Robin que sabia preparar um bom e eu tomava por tanto dar risada dele [mas não me veio o nome… ahhhh…].

Disco: Batidos meio-alcoólicos, somente para ocasiões especiais com amigos de confiança e longa data de amizade.

Samba: Só os que tem tradição no mercado sabem fazer um bom. São meio ‘vinhados’ e, na verdade, pegam bem para acompanhar MPB.

Ópera, Gospel, Soul Music e outras possivelmente não citadas: Hã… indiferença… não conheço nada da área.

Forró, Reggae, Brega e Diversas Regionais: Consumir moderadamente. Muito açúcar e gorduras [principalmente dançando na pista…].

Techno, Trance, Synthpop, Reggaeton, Drum ‘N Bass e afins: Para consumo apenas social… sozinho não tem graça nenhuma. Mas cuidado: eles alcoolizam! Legal mesmo para pagar ‘mico’ e contar noutro dia."


Esses aqui só com muitas condições que eu aproveito

"New Age: São doses homeopáticas, mas algum pequeno excesso causa profundas ulcerações lógico-mentais-musicais.

Sertanejo: pouca variedade, quer imitar o ‘country’ [ts ts tssss].

Axé, Arrocha e Funk-Pop-Eletrônico (Pancadão): só se feito por mulher, que não berre, grite ou coisa parecida para preparar. Alto teor-alcoólico e prejudicial, se não tiver feito antes um ‘senhora-boa’ refeição. Pra despejar os efeitos, só com muita mulherada bonita."


Esses? Nem a Paus e Pedras

"Dá tanta vergonha até de citar a última opção:

Sambas novos: Legalizados pelo governo, mais ruins e fazem mal à saúde.

Pago-dããããããã-o: Psicotrópicos letais. Podem causar morte súbita, ou irreversíveis danos cerebrais."


Depois dessa, fico quieto…

Para terminar e melhorar: ouvindo Van Halen: When It’s Love.

[…] De Blog para Blog

As Inspirações para quebrar a cabeça dentro do mundo dos Blogs


Este tópico fará referência ao Root do Blogs de Base.


"Como já disse anteriormente, a idéia de Blógues não ía muito do meu agrado, mas com o passar do tempo, vi as coisas de modo diferente [boa história para entrar para o Maçãs Verdes], e aí, passei a reconsiderar minha opinião.

Como fazer um blog? Há várias idéias, disponíveis na Internet. Blog sérios jornaliísticos a fúteis e bocudos. No meio, está o nosso BS.

A Seguir uma lista dos blogs que eu sempre fazia uma vistoria – muitos já não existem mais [A descrição é deste que vos fala]:

  • Tang de Limão:  Embora eu não suporte refrsco, sempre desejei um pacote-maxi para 10 litros. Papo direto, reto. ‘No emblobation’; (Blog Morto)
  • Jesus, me Chicoteia: *** Não vi muito, mas pelo pouco que vi, ele satiriza a bíblia sem ser grosso ou desrespeitoso com sua fama. Até que, por exemplo, ler o início do Genesis consititui em uma paródia bem pensada. Porém: alguns amigos são nus e crus (como exemplo, Alan Sieber, cartunista);
  • Suburbia Tales: ***** Criativo, diferente, original e inteligente [parece slogan de Jeannie é um Gênio]. Um blog original… Contos de subúrbio contados por ‘calégas’, como eles mesmos dizem. Porém: [bem pequeno] cadê o link para feed RSS?
  • Pink freuD: **** Consultas virtuais a cargo de assuntos como o mundo da Psicotropia, Besteirologia. Uma atendente bacana e uma doutora com o que dizer. Porém: não leve tão em conta os diagnósticos emitidos nesse blog;
  • Eu amo os sapinhos: **** Já deixo claro: Também não foi aqui que eu tirei a idéia de montar o BS. E já tinha o sapinho junto comigo antes disso. Blog tipicamente fluminense [n. e. do estado do Rio de Janeiro], gata tipicamente baladeira. Porém: irrecomendado para quem não gosta de papo ‘pôde’, nu e [muito] cru.
  • { Apedrejem a inutilidade }: *** É inspiração para quem quer tirar as conclusões mais ‘inúteis’ a respeito das coisas da internet, mil exemplos. Porém: ainda não vi nenhum… quem ver dá pra avisar?;
  • ..:: EUMESMA ::.. : **** Perfil da ‘criança’: garota de teatro, papo firme, ativista, amigável. Cadeirante, poeta, pensadora, blog alto-astral. Porém [ou vantagem para ‘suuuper’ máquinas]: estilo de página simples.

Isso sem falar em outros que andei dando uma passadinha rápida, mas não lembro a proposta, endereço, ‘pérolas ditas’, profiles dos escritores e coisas do gênero."


EM breve um radar sobre minhas preferências musicais.


E bom Brasil vs. Austrália [na pior das hipóteses, uma vitória magrinha].

[…] Bases da Biblioteca


Livro. s. m. Conjunto de folhas de papel, manuscritas ou impressas e reunidas em volume; obra literária ou científica, de certa expressão; (fig.) aquilo que instrui como um livro.


"Os livros passam a ter uma importância muito grande para nós. Levam-nos a outros lugares, outras épocas, outros pontos de vista, e por aí vai. Isso não é discurso viciado, mas a profunda verdade.

Como este espaço disponibiliza, apresento atualizada a lista com os livros que já andei lendo. Não são muitos é verdade… confesso que ainda não sou um bom leitor, embora muitos me consideram um bom escritor [será porque sei me expressar bem ou enrolar bem? Normalmente, aposto na segunda opção]. Nem todos os livros ainda estão aí: ainda há algumas obras que preciso dar uma releitura para dar um parecer. Mais a seguir, apresento o título destas obras (no formato SOBRENOME, nome. Título):

  • BRAUN, Lilian Jackson. O Gato que Pegou um Ladrão;
  • HADDON, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto;
  • SILVA, Daniel. A Espiã Improvável;
  • SPENCER, LaVyrle. E o Céu se Fez;

Acima estão as de literatura estrangeira. Abaixo, estão as de Portugal e do Brasil:

  • ALMEIDA, Manuel Antônio. Memórias de um Sargento de Milícias;

Todas acima, andei lendo, mas talvez por ser mais novo, não tivesse compreendido muito bem. Olhos no livro de novo, então!

A seguir, os livros que tenho pretensão de ler nos próximos tempos:

  • BARRETO, Lima. Triste Fim de Policarpo Quaresma;
  • DINIZ, Júlio. As Pupilas do Senhor Reiotr;
  • BROWN, Dan. O Código Da Vinci;

[…] Os outras obras que convenientemente andar me deparando."


NÃO demora muito e estarei publicando uma síntese do primeiro livro adicionado à lista, Filosofia para Principiantes, que também serviu como base para um Trabalho Independente Acadêmico Científico Cultural, para minha faculdade.


Esta entrada estará relacionada ao Roots do Biblioteca.

Já considero aberto o espaço, agora é pra valer.